‘maquetas’ Category

“Gessicatrip Movie” – Gessicatrip

Fevereiro 10th, 2010 | versão papel versão papel

O projecto chama-se Gessicatrip; a maqueta “Gessicatrip Movie”…
Projecto pessoal de Tito Pires, nos primeiros tempos na companhia de João Vasco (Plaggio), Gessicatrip é a revelação de uma ideia; uma ideia exploratória; uma ideia essencialmente alternativa. “Gessicatrip Movie” é a materialização dessa ideia; em português, com bonecos animados à mistura.
Sem um rumo estético fixo, e isso parece consciente, “Gessicatrip Movie” é a expressão de um conceito rock de base cinematográfica. Mais rock ou mais electrónico, “Gessicatrip Movie” evolui com rédea solta ao longo dos seus fugazes 18 minutos. São 9 faixas indicadoras de alguma originalidade e de um conceito ainda por aprofundar. Espaço para isso existe.
Para além do já referido João Vasco, ouve-se ainda o saxofone de Torré (Os Cactos, Electric Domestique) no tema “Electric Man”.

Ouvir Gessicatrip no MySpace

capa de Gessicatrip Movie
“Gessicatrip Movie” – Gessicatrip (Edição de Autor, 2009)

01 White Rabbit
02 Electric Man
03 (A)corda
04 Poder
05 Ignóbil
06 Sentinela
07 É Prazer
08 Fantasia de Sofá
09 White Rabbit (Radio Version)

género: alternativa

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“Luce’s Um Número” – Luce

Outubro 29th, 2009 | versão papel versão papel

E pronto, é assim:

“Os Luce, são uma banda que procura extrair o máximo possível dos seus ambientes circundantes. O estilo musical não é certo e varia entre o rock, blues e a consistência do power trio, que os leva a pisar os caminhos do garage. (…) Sem rodeios, basicamente fazemos aquilo que nos vai na alma, porque não existe nada melhor que desabafar, soltar energias exteriorizando sentimentos. Pintar sentimentos com golpes ou “riff’s” e descrever o nosso estado de espírito com melodias, filmes.” (1)

Com base no Porto, os Luce são essencialmente isto tudo. Tudo isto e o quanto uma maqueta de apenas quatro temas nos pode já dizer sobre a essência de uma ideia. Esta, não sendo porventura a final, é uma ideia que desperta a atenção,  que cativa, tal a energia intrínseca que se vai libertando ao longo das quatro faixas. É a ideia do projecto de Bruno Santos (bateria), Gil Amaral (voz e guitarra) e o convidado Nuno Silva (baixo e voz) – Marco Oliveira é o responsável pelos teclados na maqueta. Descomprometidos, os Luce lançam-se com paixão sobre o rock, meio blues, meio garage, sempre sujo, mas essencialmente sentido, em português. E bem; os sentimentos andam à solta e percebem-se. Sentem-se, não fossem eles bem amparados pelo riffs disparados da guitarra ou pelos ataques martelados de uma bateria inquieta. Sempre com aquela cadência de um baixo marcado.
São apenas quatro e merecem já uma audição atenta. Há esperança. Está tudo no MySpace do powertrio portuense.

Ouvir Luce no MySpace

capa de Luce's Um Número
“Luce’s Um Número” – Luce (Edição de Autor, 2009)

01 Círculo desejado
02 Quando o vício encontra a sedução
03 Um número
04 Rosália

género: rock
/www.reverbnation.com/luce

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“Camarão Bastardo” – Lotus Porcus

Outubro 26th, 2008 | versão papel versão papel
Em banho-maria deste o fim do século XX – ou será início do século XXI? – os Lotus Porcus estão de regresso em 2008. E estão de regresso com uma curta  mas expressiva maqueta de cinco temas. Para este regresso, a dupla lisboeta preparou-nos um cocktail de camarão aparentemente surreal; desculpem, bastardo. Mas só aparentemente. A apostar numa atitude bem humorada, começando pelos títulos e acabando nas letras, o resto é metal, black, death, um trabalho interessante de guitarras e vozes – as programações fazem o resto.
Em resumo, não há que ter medo. Nem medo da música, nem da forma divertida como os lisboetas Lotus Porcus encaram o metal – em português. É verdade que o camarão não é tigre mas come-se bem.
A maqueta está disponível para download gratuito.

Capa de Camarão Bastardo
“Camarão Bastardo” – Lotus Porcus (2008)

01 Bacalhau Personalizado
02 Jesus Digital
03 A Marca Do Porco
04 Carne Para As Minhas Lebres
05 Gato Preto

tipo Black/Death-Metal
e-mail www.myspace.com/lotusporcus

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MAQUETAS|”No Sweat” – No Sweat

Julho 11th, 2008 | versão papel versão papel
Juntos desde Maio de 2006, os leirienses No Sweat são um quinteto formado por Necas – bateria, Marco – guitarra, Rui – baixo, Nuno – teclados – e Gil – voz e guitarra. Este, é o seu registo de apresentação.
Inspirados pelo género a que tipicamente e quase abstractamente chamamos de rock – pop, alternativo, progressivo ou indie, os No Sweat são um jovem projecto à procura do seu rumo; o rumo certo. O tal rumo que leva à singularidade e à identificação de um som No Sweat. Não tem de ser sempre assim, mas no caso dos No Sweat, parece ser essa a ideia; perceber a todo o momento o que se pode espremer das experiências pessoais de cada um dos seus elementos. Eis o poder No Sweat.
Depois, o que verdadeiramente se ouve nos cinco temas desta maqueta é um rock estendido pelas suas várias feições; ora mais indie, ora mais pop, aqui e ali colorido por um interessante trabalho de teclados. No fim, fica um pop-rock de expressão anglo-saxónica coerente e com ideias já bem delineadas – a necessitar talvez de uma maior profundidade na voz. O resultado final não é de todo original, no entanto, para pontapé de saída, chega muito bem.
A maqueta dos No Sweat está disponível para download gratuito no MySpace do grupo. mais No Sweat na trompa

Capa de No Sweat
“No Sweat” – No Sweat (2008)

01 finally
02 administrator
03 something about
04 want more
05 a breath of…

tipo Rock
e-mail nosweat5@gmail.com
sítio palcoprincipal.clix.pt/nosweat

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MAQUETAS|ALF

Maio 2nd, 2008 | versão papel versão papel

A música é uma coisa simples. Pode ser uma coisa muito simples. Depois, nos dias de hoje, mais simples do que criá-la – obviamente, é pô-la a rolar, partilhá-la. Foi isso que os ALF fizeram, aliás, como tantos outros o fazem, e bem. Eles dizem que vêm de longe, com algum humor, “algures entre Omega e Andromeda“, mas na verdade, não vêm, vêm bem de perto, de um sítio onde o rock - com mais ou menos ‘n roll – ainda faz a alegria deste povo. Mais à frente, e porque para musicar também não são precisos muitos, os ALF são apenas dois; dois Morgados, um Sénior, na guitarra e na voz, e um Júnior, na bateria e numa segunda voz; tudo membros de um animado Movimento Alternativo Rock, de que fazem ainda parte, os Nervo, os maçã de prata e os a estranha.
A Maqueta. Composta por três temas, esta é a primeira amostra do trabalho desenvolvido por esta dupla. Com uma sonoridade crua – os poucos instrumentos em uso ajudam, criativamente descomprometida, a ideia foi – e é – criar música em português; canta-se, imagina-se uma nova – sempre oportuna – forma de continuar a afirmar que o rock também é português. Claro que é, e pode ser bem disposto – os rapazes são bem dispostos, vivo, livre. Na beleza de alguns destes avanços, por vezes incipientes, ressalta a pureza e a grande vontade de perseguir a grande viagem. A viagem que os levará à luz, um dia destes.
O caminho está traçado, agora é segui-lo. A viagem, essa, começou em 2006.

som “Demo” – ALF.

rodela da maqueta de ALF
“Demo” – ALF

01 Proposta de Viagem
02 Elefante
03 ParecesUma TontAtrevida

tipo Rock
sítio www.movimentoalternativorock.blogspot.com

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MAQUETA|Os 3 Marias

Março 1st, 2008 | versão papel versão papel

São uns rapazes divertidos, estes Os 3 Marias – prometida “nova coqueluche de todos os portugueses“. Primeiro, porque não há muitos conjuntos dedicados ao estilo musical “electro-analógico pornosentimental” – arrisco mesmo a dizer que serão os únicos; depois, porque para além de cantarem em português – o que é bom, também conseguem dançar em português, o que é ainda melhor e parece ser original para um agrupamento português – imagino que no estrangeiro muitos consigam fazer o mesmo nas suas línguas. Bem, mas o mais importante é que o conjunto formado por Epilady Di (voz), Melo e Castro (viola baixo), Maria Gina (guitarra) e Pitta Pittosga (voz e guitarra), é mensageiro da boa disposição, feita de “cantigas melodramáticas” cheias de “ritmos mexidos” – dizem eles – e muito agradáveis ao tímpano – digo eu; portanto, confirmo tudo. Genericamente, são assim, Os 3 Marias, criadores de uma maqueta que tem no lado a, a cantiga “Electronicamente”, e no lado b, a cantiga “Sentimental”. No MySpace do grupo, estão outras cantigas, mais melo que dramáticas.
Como dizem os próprios, numa adaptação livre do poeta, “primeiro estranha-se, depois entope“.
Avancemos, sem medos…

som Os 3 Marias

01 Electronicamente
02 Sentimental

tipo Pop
e-mail as3marias@hotmail.com

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MAQUETAS|”Creations of a Last Minute” – Greg the Killer

Janeiro 19th, 2008 | versão papel versão papel

Isto é Greg the Killer, é para partir!” – Pois é.
Chamam-se Greg the Killer (Michael Ribeiro – voz, Paulo Lemos – guitarra, Tiago Plácido – baixo – e Pedro Romano – bateria) e são uma das mais recentes propostas do punk/hardcore nacional. Com raízes que se estendem de Portugal Continental aos Açores e aos Estados Unidos da América – com sede em Coimbra, os Greg the Killer nasceram há pouco mais de um par de meses. Mas como o tempo é pouco e nada dado a desperdícios, o clássico quarteto já pôs a rolar a maqueta “Creations of a Last Minute” – lançamento Impulso Atlântico. É um registo com apenas quatro temas mas onde quarteto mostra desde logo ao que vêm. Com pujança e grande dinâmica, é um abrir alas ao hardcore de outras tempos; cru, duro e directo, rápido como uma flecha, “Creations of a Last Minute” traz pêlo na venta. Se traz…
Para enfrentar sem medo e esperar por mais; tudo em menos de 10 minutos…é mesmo para partir!

iniciar #1 Creatiom 1 (the favor)
som Greg the Killer.


“Creations of a Last Minute” – Greg the Killer (Impulso Atlântico, 2007)

01 Creatiom 1 (the favor)
02 Creation 2 (impediment in cause)
03 Creation 3 (repudiate)
04 Creation 4 (failure is not the end)

tipo Punk/Hardcore
sítio www.impulsoatlantico.com
sítio www.myspace.com/impulsoatlantico

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MAQUETAS|”Way to Live” – Spoiled Fiction

Janeiro 11th, 2008 | versão papel versão papel

Spoiled Fiction é um jovem projecto, típico desta nova realidade; deste universo feito de distâncias abstractas, quais filhos da era digital. Faz parte da história do grupo, o facto do seu primeiro tema, “The Time”, ter sido composto sem todos os elementos da banda se conhecerem pessoalmente; modernices do mundo do digital – também global. Pois bem, corria o ano de 2006, já perto do fim…
Finalmente juntos, ao vivo e a cores, em 2007, a banda preparou-nos o seu cartão de visita, um promo-CD de seis temas intitulado “Way to Live” – exactamente este. Composta por músicos dos Açores (Tiago Câmara e André Tavares nas guitarras), Algarve (Isidro Paixão na bateria) e Alentejo (Pica na voz e Bixo no baixo), esta parceria insular&continental conseguiu, mesmo à distância, preparar com assinalável segurança, o caminho que agora trilham; “Way to Live” é disso um bom indício…
Com a expectativa de gravarem, em breve, o seu primeiro álbum, os Spoiled Fiction têm em “Way to Live”, uma forte promessa de afirmação dentro do metal português. A amostra não terá ainda a dose certa de personalização que a banda deseja e procura, no entanto, toda a energia já colocada neste registo, faz prever uma evolução muito positiva dos Spoiled Fiction; não é tanto pela inovação, mas pela vontade, pela firmeza e pela concentração já demonstradas.
Com o metal espalhado pelo corpo inteiro, o grupo não se coíbe, em nada, de explorar com vigor as vertentes mais negras e pesadas do género, deixando antever, com outra produção – esta maqueta foi gravada, misturada e masterizada por André Tavares, no seu próprio quarto, um futuro risonho no universo do underground metálico nacional.
A seguir, por aí…

som Ouvir alguns sons de Spoiled Fiction.

capa de Way to Live
“Way to Live” – Spoiled Fiction (2007)

01 Intro
02 Celebrate the Moment
03 The Time
04 Hipocrisy
05 Way to Live
06 Rise Against
07 Collapse

tipo Metal

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MAQUETAS|”As Melhores Canções” – Conjunto Contrabando

Dezembro 16th, 2007 | versão papel versão papel
- No tempo dos bailaricos, dos conjuntos, lembras-te?

É um pouco esta a magia do Conjunto Contrabando; a magia de um regresso ao passado, de um regresso aos primórdios do rock, em Portugal. Grupo criado no Porto, em 2004, o Conjunto Contrabando é hoje um sexteto formado por Hélder Coelho – bateria, Manuel Oliveira – guitarra acústica, percussões e voz, Marco Oliveira – teclados, Miguel Lourenço – baixo e voz, Nuno Silva – voz, guitarra eléctrica e samples e Tiago Gil – guitarra eléctrica. São eles que nos apresentam “As Melhores Canções”, um registo onde o grupo apresenta em jeito de best of, o melhor que foi editando em várias maquetas. Ao todo, são sete temas, gravados originalmente entre 2005 e 2007.
Mas regressemos à música e ao passado; é uma sensação estranha a de ouvir este Conjunto em pleno século XXI. O som transporta-nos à suave loucura dos anos 60 – portugueses, imbuídos de um espírito rock/surf já datado mas excelentemente recuperado. Dizem os próprios que “O Conjunto Contrabando vive os tempos em que ainda existiam gira-discos portáteis e se ouviam os Tártaros” (1); vive e vive bem, com alma, alegria e paixão, agarrados às guitarras e aos teclados de outros tempos.
Esta é uma maqueta que pretende fazer uma síntese do trabalho desenvolvido até aqui pelo Conjunto Contrabando, deixando, ao mesmo tempo, perceber o caminho a trilhar de futuro pelo sexteto. Há algo de delicioso na audição deste Conjunto; não é a genuinidade da sua arte, mas sim a paixão pela recriação de uma época tão longínqua e esquecida na história do rock em Portugal. A época em que tudo começou. O Conjunto Contrabando fá-lo e fá-lo em português.
Enfim, deixem-se levar, divirtam-se!

som Ouvir alguns dos sons do Conjunto Contrabando.

capa de As Melhores Canções
“As Melhores Canções” – Conjunto Contrabando (2007)

01 Dança Aí
02 Coimbra
03 Veludo Azul
04 Tempo de Verão
05 Catraia
06 Vertigem
07 Balada da Rua do Fim

tipo Rock/Surf
sítio www.conjuntocontrabando.com

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MAQUETA|"Finjo a fazer de conta feito peixe : avião" – peixe : avião

Novembro 25th, 2007 | versão papel versão papel

Fingir para quê?
Felizmente, são cada vez mais aqueles que assumindo naturais influências, arrepiam caminho rumo a uma desejada singularidade – sentida. Parei para ouvir peixe : avião; sim, não é bicho, não é máquina, é apenas uma nova e feliz experiência musical. Ainda amparada por algumas das suas referências, peixe : avião é já uma belíssima ideia.
Primeira gravação da banda bracarense, “Finjo a fazer de conta feito peixe : avião” é muito mais do que um simples fazer de conta. É já uma realidade palpável e construída com inteligência, aquela que se extrai da audição da primeira maqueta dos peixe : avião (André Covas – guitarras e sintetizador; Luís Fernandes – guitarras e electrónica; Pedro Oliveira – bateria e percussão; Ronaldo Fonseca – voz e sintetizador e Zé Figueiredo – baixo e mellotron). Há dias, dizia por aqui que o som dos peixe : avião esvoaçava pelo ar com uma vagueante e melancólica sonoridade; hoje, fruída que foi toda a maqueta, a visão é total, completa e deixa-nos aquele arrepio, impregnado pelo sabor das coisas novas. Ancorado pelo magnetismo das guitarra e da sintetização – e de uma voz com personalidade, é a cuidada poesia e sua forma de expressão, que fazem os peixe : avião ganhar parte da sua unicidade. “Finjo a fazer de conta feito peixe : avião” foi pensado em e para ser cantado em português. Diferente. De um espírito indie revelado por alguma serenidade, esta é uma maqueta com um pulsar forte, capaz de fazer vingar uma sonoridade assim, simples e directa. Tudo vive numa diáfana estrutura rítmica, que se mantém coerente, faixa após faixa; até misteriosa…e pensando que isto é apenas um começo.
“Finjo a fazer de conta feito peixe : avião” é uma belíssima maqueta. Isso, maqueta. E é isso que é mais extraordinário ainda; imaginar até onde poderão ir os peixe : avião. Para já, ficam como uma das grandes sensações de 2007.
Não é preciso fingir; peixe : avião é mesmo para ouvir.

som Ouvir a maqueta “Finjo a Fazer de Conta Feito peixe : avião”.

capa de capa de Finjo a fazer de conta...
“Finjo a Fazer de Conta Feito peixe : avião” – peixe : avião (2007)

01 atiro ao alvo
02 pontas soltas
03 tirar e voltar a dar
04 interlúdio
05 mar capelo
06 sabujo

tipo Indie
e-mail peixeaviao@gmail.com

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MAQUETA|"Morning Wood" – Moe’s Implosion

Setembro 30th, 2007 | versão papel versão papel
Entre a invenção e a diversão…
…é esta a maior distância que se sente após a audição de “Morning Wood”, segunda maqueta dos Moe’s Implosion – após a inicial “Incipit”. Composto por um jovem e irreverente quinteto do Montijo, João Sancho – voz, Ricardo Salvador – guitarra, Frederico Severo – baixo, João Camejo – guitarra – e Tropa – bateria, formado em 2004, os Moe´s Implosion parecem estar ocupados em fazer bem o que fazem. Não é a ideia de fuga às influências visíveis que os aflige, é antes o ter a certeza que estão a correr para o lado certo. Daqui a pergunta que se impõe: Mas fazem-no bem? Claro que sim!
Não primando por uma extraordinária originalidade – ainda que se note um esforço nesse sentido, o grupo força positivamente o espírito de uma fusão enérgica entre o rock, o punk e muito, muito funk – está lá, toda a raiz alternativa dos Moe’s Implosion. É aqui que entra toda a diversão. Numa postura franca, aberta, o grupo montijense tem nestes cinco temas uma amostra de todo seu potencial festivo – a confirmar ao vivo; toda a energia, uma ideia de liberdade e sinceridade criativa, pode já ser sentida em “Morning Wood”. Não é um registo definitivo – não parece, mas também nunca o é, o que parece é que os Moe’s Implosion estão no caminho certo…
…o tempo fará com que se pareçam cada vez mais consigo mesmos. Sem dúvida.

som Ouvir a maqueta dos Moe’s Implosion.

capa de lobo
“Morning Wood” – Moe’s Implosion (2007)

01 Morning Wood (Intro)
02 Fat Phony Chicks
03 Funky Bees And Funky Things
04 Something For All You Misters
05 Be Quick

tipo Funk/Punk
e-mail moesimplosion@gmail.com

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MAQUETAS|"Demo" – Black Bombaim

Setembro 12th, 2007 | versão papel versão papel
Às vezes ficamos com a ideia que Barcelos é um mundo inteiro.
Um olhar mais atento pelo que se passa nesta simpática cidade minhota, leva-nos à ideia de um dinamismo absolutamente reveladores; são as bandas que surgem e crescem, as editoras, associações e movimentos que por lá respiram, são os espaços e espectáculos que lhe dão vida. Às vezes parece um mundo inteiro bem maior que todos os Fiúzas desta vida. Hoje, o tema é Black Bombaim.
Grupo composto por Ricardo e Mais Novo nas guitarras, Tojo no baixo e Senra na bateria, os Black Bombaim – ao mesmo tempo que lançam novos temas para a arena – continuam ainda a rodar por aí a sua maqueta de Fevereiro de 2007; aquelas guitarras selvagens…
A maqueta tem 6 temas e cheira a rock e mais rock, ácido, naquele espírito mais stoner. De base instrumental, é sobre o fulgor das guitarras que os Black Bombaim assentam a sua mensagem sonora, dando à bateria e ao baixo o espaço próprio para as acompanhar as primeiras nesta viagem exploratória de novas ondas – mas sempre rock. É no riff que reside toda a alma dos Black Bombaim, estes mensageiros do rock instrumental feito palavra, tal a energia que trespassa por toda a maqueta. Feito igualmente de algumas alternâncias de ritmo, fica a pujança, uma certa espessura rítmica, uma densidade eléctrica que se mantém constante, como se uma guitarra clamasse por ajuda: “vamos partir isto tudo”. Uma palavra ainda para a voz de João Pimenta (Green Machine), a dar uma cor especial a “The Black Past Doll”; com genica.
Nada é definitivo e em Black Bombaim também não o é, no entanto, o caminho existe; no mais puro rock’nroll.
A maqueta foi produzida por José Arantes e pelos próprios Black Bombaim.

som Ouvir alguns os temas de Black Bombaim.

foto de Black Bomabaim
01 III
02 Se7en
03 Peyote
04 Your Sister Morphine Won’t Get You Home
05 The Black Past Doll
06 12 A.M.

tipo Rock

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MAQUETAS|"PitNoise" – PitNoise

Agosto 29th, 2007 | versão papel versão papel

Segue o sonho
…é o que os PitNoise dizem, o que parecem querer fazer; o sonho do rock’n'roll. “PitNoise” é o primeiro registo de uma jovem banda da margem sul, formada apenas em 2006 e hoje composta por Bruno – guitarra, Christiane – voz, Johny – voz, Nélson Lança – baixo, Ricardo – guitarra e Tiago – bateria.
Com cinco temas no alinhamento da maqueta e utilizando o português e o inglês como forma de expressão, é a combinação das vozes masculina e feminina que caracteriza fortemente a música dos PitNoise; o contraste entre a voz masculina, a principal, mais carregada e a feminina, na retaguarda, mais fingida. Movimentando-se na área do rock – às vezes até mais pop, é nos riffs mais duros que o som dos PitNoise parece funcionar melhor; há energia, há melodia. Naturalmente, a banda da margem sul parece procurar ainda o seu ponto de equilíbrio; não tanto pelo conteúdo, mais pela forma. É a forma que estimula a diferenciação, uma forma que se ganha com ensaios e concertos, em resumo, com experiência. Há vontade; há musicalidade no som dos PitNoise – que absorve, agora, falta burilá-la, dar-lhe uma forma PitNoise.
É um caminho que se começa agora a fazer.

som Ouvir alguns sons de PitNoise. No Palco Principal há mais.

capa de PitNoise
“PitNoise” – PitNoise (2006)

01 Murdered
02 Fomos Heróis
03 Lower Your Walla
04 Segue o Sonho
05 Get Dressed and Leave

tipo Rock
e-mail pitnoise.pt.vu

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MAQUETA|"Retalhos" – Slapdash

Junho 10th, 2007 | versão papel versão papel
Os Slapdash estão de volta; com mais música.
Três anos após terem passado por aqui com a sua “Demo” de 2003 e ouvida esta, a nova, a evolução é clara – óbvia e clara. Grupo formado em Coimbra, composto por Ana I. – voz, Jaime Santos – guitarra, Pedro Marques – guitarra, Alexandre Pascoal – bateria e João “Sirilo” Pascoal – baixo, os Slapdash têm na criação de um rock simples, directo e descomprometido o seu maior objectivo.
Composto por seis temas, “Retalhos” é uma peça de rock cantado em português, com um som mais trabalhado, mais cheio e finalmente capaz de expressar toda a energia que a banda tem para oferecer; a voz é feminina, diferente e aqui e ali parece necessitar ainda de uma maior elasticidade, alguma profundidade. Não se esperem tiradas de especial originalidade, espere-se antes um som cuidado e apresentado com a seriedade suficiente para ser ouvido com atenção; as palavras são em português.
Essencialmente, “Retalhos” é um trabalho coeso, esteticamente mais definido, estilisticamente mais coerente. O amadurecimento é visível e representa mais um passo na carreira dos Slapdash – outros há para dar.

som Ouvir alguns sons de Slapdash.

capa de Retalhos
“Retalhos” – Slapdash (2007)

01 Recusa
02 Espectro
03 Sorte
04 Vazio
05 Sempiterno
06 Epílogo

tipo Pop/Rock
sítio www.slapdash.pt.vu

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MAQUETAS|"3.75 – Linea Mexico" – The Jazzistickkindofblues Band

Maio 19th, 2007 | versão papel versão papel
Há dias recebi um convite de amizade no MySpace que me fez avançar, definitivamente, para um post há muito pensado. Eram os The Jazzistickkindofblues Band. Quem?
The Jazzistickkindofblues Band, uma banda tripeira composta por Gil de Amaral – voz, baixo, guitarras, percussões e samples, João de Almeida – bateria e percussões, Marco de Oliveira – teclados e Nuno de Silva – voz, guitarras, baixo, percussões e samples; banda que de 1998 a 2004 foi levantando um certo e centrado burburinho. Já se percebeu que a maqueta de hoje tem também um pouco de recordação. Sim, uma boa recordação.
Como uma existência de seis anos, o grupo gravou apenas a maqueta “3.75 – Linea Mexico”, registo suficiente para deixar no ar aquele repetido mistério: The Jazzistickkindofblues Band? Quem são os The Jazzistickkindofblues Band? Eram uma banda voltada para a recriação e recreação geral, explorando livremente géneros e estilos apenas com o objectivo de proporcionar grandes momentos de diversão – apenas pelo prazer. A maqueta “3.75 – Linea Mexico” é isso mesmo, um grande e descomprometido caldeirão de sonoridades rock-pop-electro-jazz, capaz de nos fazer passar por muitos e bons momentos de prazer.
Felizmente e com o intuito de preservar o pouco que deixaram, a banda disponibilizou no seu novo MySpace quatro temas da sua única maqueta; bem-vindos à rede.
Quanto a vocês, divirtam-se!

som Ouvir alguns temas da maqueta “3.75 – Linea Mexico”.

promo de 3.75 - Linea Mexico
“3.75 – Linea Mexico” – The Jazzistickkindofblues Band (2002)

01 Hurricane Fever
02 375 Linea Mexico
03 Piccolos & Margaritas
04 I Hope the Tide
05 Tripping Wonderbra
06 La Historia de Dom Peran Lo IV

tipo Alternativo

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MAQUETA|"Lobo" – Lobo

Abril 14th, 2007 | versão papel versão papel
…e no ano de 2007 o LOBO nasceu…“!
Os LOBO são Pedro Bessa – voz e baixo, Pedro Jorge – guitarra e voz e Pedro Madureira – bateria e voz (na maqueta, também com Carl Minnemann – baixo e coros e Tiago Serôdio na guitarra) e são também uma espécie de alter-ego dos Dead Sea Israel – neste momento em hibernação; diferentes, mais terrenos, físicos e livres de alguma da maquinaria que acompanhou os últimos desde 2001. Numa formação de trio, com a clássica voz, guitarra, baixo e bateria, os LOBO são ainda uma espécie de retorno à raiz; à raiz rock, à raiz cultural… menos adornada, mais crua.
O LOBO conversa em português – como “Esta Canção” faz questão de lembrar – e marca o nascimento de um projecto faminto de se fazer expressar dessa forma, de se fazer ouvir e perceber. Rock leve, a cheirar de uma forma feliz o mundo pop, esta primeira maqueta dos LOBO deixa ainda entreabertas as portas para uma vontade de experimentar outras variantes roqueiras, outros pequenos sons, outras derivações desta forma clássica de fazer rock em português – outra vez “Esta Canção”. As sementes estão lançadas, os primeiros uivos já se fazem ouvir. Mais rock em português; suave com a brisa.
O LOBO deixou o covil, produzido, gravado e misturado por Pedro Bessa.

som Ouvir a maqueta dos LOBO.

capa de lobo
“Lobo” – Lobo (2007)

01 Esta Canção
02 Lado Errado do Amor
03 Átomo!
04 Ultra-Violeta

tipo Rock
e-mail olobo.info@gmail.com

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MAQUETAS|"Tearing the Cloth" – Echidna

Março 24th, 2007 | versão papel versão papel
Heavy Metal a norte…
Com o Verão de 2001 já bem longe, eis parte da negritude que vem de Vila Nova de Gaia; chamam-se Echidna (Pedro – voz; Miguel – baixo e voz; David – guitarra; Pedro – guitarra; Tiago – bateria) e têm em “Tearing the Cloth” a sua maqueta de apresentação.
O velho metal – sempre novo. “Tearing the Cloth” é isso mesmo, um puro elogio ao velho metal, bem sustentado, equilibrado, um elogio ao metal dos grandes riffs ou dos extasiantes solos de guitarra da velha guarda; a bateria cavalgante e a guturalidade da voz acabam de pintar o cenário mais escuro: são os Echidna, em duas palavras, thrash metal – em mais algumas, também death e algum grind. Não é uma maqueta que corra por uma linha mais criativa – não é, é sim um registo que se agarra com unhas e dentes a uma filosofia testada, apresentando-a com uma grande energia, postura e competência. “Tearing the Cloth” abre as portas…agora é entrar e abrir caminho.
Boa estreia.

som Download da maqueta “Tearing the Cloth”.

capa de Tearing the Cloth
> “Tearing the Cloth” – Echidna

01 Selflessly True
02 Partisans Of Dishonesty
03 New Age Of Murder
04 Breaking Through The Ashes
05 To Obey Is To Die
06 Painkiller

tipo Metal
sítio www.echidnaband.com
sítio www.myspace.com/echidna

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MAQUETAS|"4 Short Stories by Maria Dollita" – The Doll and the Puppets

Março 12th, 2007 | versão papel versão papel
Diz-se que um dia pensaram em ser – ou foram mesmo – uma banda de música electrónica; o drum’n'bass seria a orientação. Mas não, nada disso. Os The Doll & the Puppets são um grupo rock, vêm de Torres Novas e prometem agitar as hostes.
A banda nasceu em 2005, é composta por Mega (Guitarra), Djan (Baixo), Passos (Bateria) e Maria Dollita (Voz) e deu o seu primeiro concerto apenas em 2006, no dia 10 de Junho no Trampolim Bar de Torres Novas – com The Vicious Five.
“4 Short Stories by Maria Dollita” é o cartão de visita; é a primeira experiência dos The Doll & the Puppets, uma experiência com personalidade, amostra de um rock alternativo a beber sem medo e à distância as influências de uma sonoridade mais punk. São apenas quatro temas, os suficientes para ficarmos com os The Doll & the Puppets bem debaixo de olho. Cantam em português, francês e inglês…de guitarra em riste!
O som é forte, de uma aspereza melódica considerável, é igualmente e já, um registo de uma consistência interessante. A solidez do resultado final, deixa antever um futuro algo risonho para este quarteto torrejano; haja espaço e vontade em exporem a sua energia e a genuinidade do seu rock rude – e de progredir.
Chamam-se The Doll & the Puppets e andam por aí.

som Ouvir a maqueta “4 Short Stories by Maria Dollita”.

capa de 4 Short Stories by Maria Dollita
“4 Short Stories by Maria Dollita” – The Doll & the Puppets (2006)

01 Nouvelle Mode
02 Stop
03 Ne Me Dis Pas Je Tattends
04 Am Stram Gram

tipo Rock/Alternativo
e-mail thedollandthepuppets@gmail.com

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MAQUETAS|"Delirium Tremens" – A Dream of Poe

Fevereiro 13th, 2007 | versão papel versão papel
Para hoje, uma viagem até Ponta Delgada, São Miguel, Açores…desde 2005.
A Dream of Poe é o nome do projecto e “Delirium Tremens”, a primeira maqueta desta história contada por um homem só; Bruno “Spell” Santos (ex:Sacred Tears), de seu nome.
Composta apenas por três temas, “The Dawn”, “A Forest” (cover do tema dos The Cure) e “The Conqueror Worm” (baseado no poema de Edgar Allan Poe com o mesmo título), “Delirium Tremens” é uma primeira amostra do universo de Spell – um universo pessoal, um registo claramente situado entre o gótico e o doom metal. Apoiado em estúdio, no baixo e na guitarra, por António Neves, guitarrista e vocalista dos In Peccatum, “Delirium Tremens” é a marca de uma viagem sombria, jornada cristalizada pela voz soturna de Spell e pela presença marcante – naturalmente – dos teclados – o espírito prog que se vive aqui e ali. Com um jogo de cordas acertado, talvez uma percussão mais orgânica, menos plástica, ajudasse a pintar de um negro mais intenso, o já denso e escurecido cenário. Sem pretensões de grande inventividade, “Delirium Tremens” cumpre…boa amostra.
Os temas foram gravados e masterizados no estúdio caseiro do músico, o Spell Productions Studio.

som Ouvir a maqueta “Delirium Tremens”. Download da maqueta numa qualidade sonora superior.

capa de Delirium Tremens
“Delirium Tremens” – A Dream of Poe (2006)

01 The Dawn
02 A Forest
03 The Conqueror Worm

tipo Gótico/Doom
e-mail dreamofpoe@gmail.com

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MAQUETAS|"Músicas de Apartamento" – T3+uns

Fevereiro 5th, 2007 | versão papel versão papel

O que pode ligar a cidade do Porto à nordestina Recife, assim de repente, num piscar de olhos?
Neste momento, diria de caras: os T3+uns e as suas “Músicas de Apartamento”. Gravado entre Novembro de 2005 e Junho de 2006, “Músicas de Apartamento” explora o espaço que liga musicalmente – ou pode ligar – Portugal ao Brasil, a nortenha cidade do Porto à pernambucana Recife.
É uma ideia em crescimento, esta ideia de intercâmbio, de partilha, de exploração e readaptação de raízes comuns ou não comuns. Nesta primeira amostra, composta por cinco temas e quase sempre no português de Portugal, a música surge-nos envolvida pelos sons quentes do Brasil; pela bossa nova, pelo samba – mais ou menos jazzy. É um registo baseado na partilha, na amizade – assim parece, na razão que une os dois países, as duas culturas, a mesma língua; de outra forma, no que ambos podem oferecer em comum.
Os T3 deste registo (diferentes ao vivo), Antero Abreu (voz e guitarra), o brasileiro Fred Xavier (baixo), o clã e blind zero Miguel Ferreira (teclados e guitarra) e o sloppy joe Filipe Deniz (bateria e percussão), encontraram nos uns Xocolate (percussão), João Marquee (guitarra e violão), Simeão Britto (violão), André ‘Negão’ Britto (voz) e Cesinha (sanfona), o complemento perfeito para a criação de uma sonoridade própria, mostra de um espaço de prazer nascido desta reunião artística que uniu Portugal ao Brasil.
Enfim…da festividade e diversidade do som brasileiro, as músicas receberam o encanto das palavras de sotaque português, tudo num tom adocicado, ora suave ora mais sacudido… enfim, sempre com aquele sabor a quente.
Agora, venha o resto.

som Ouvir alguns sons de “Músicas de Apartamento”.

capa de Músicas de Apartamento
“Músicas de Apartamento” – T3+uns (2006)

01 baião do hotel
02 6 dias
03 natural
04 mil cores
05 eu danço

tipo Popular
e-mail www.t3maisuns.org

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