Archive for the ‘shots’ Category
Desde 2004 a fazer estragos; e muitos… Genericamente, Before The Torn é uma máquina sonora que disco após disco se apresenta »
“Linha Vermelha” é o mais recente single dos sintrenses Booster; uma ideia amadurecida. “Linha Vermelha” é rock em bom português, de »
“A morte está a chegar”; vai chegando… Na verdade, para os Orquídeas, este álbum é um nascimento. É um percorrer »
É rock? É! É Pop? É! É Electro? É muito! Imaginem um Canibal de Braga a vociferar no centro de »
Não só parece como choveu mesmo. E uma carga de granizo. Sem dó nem qualquer piedade, “Parece que vai chover” »
A ascensão da santa besta… …ou como regressar a uns We Are The Damned com um som bem mais adulto »
O ruído do silêncio ou como soa o passado no presente. Como se transporta para a modernidade do presente todo »
Não se trata apenas de voltar a vibrar com os magníficos Process of Guilt. “The Circle” permite também perceber como »
É uma pop que nos chega do Oeste. Mike Bramble é de Leiria mas é também o autor de um »
“Frágil”, com Carla Monteiro na voz e no piano, Hélder Soares no baixo e Salex na guitarra. São os 4 »
Rápido e orientado para ser devorado em pistas de dança ou noutros espaços de semelhante agitação e socialização, “Be Someone »
Surpreendente. E não é por ser um disco original ou sequer culturalmente relevante. Não acho que o seja. Mas sim »
A fechar o quarteto de EPs editados em conjunto pela Thisco sob o título de “Quatro | 4 | IV”, »
A menina dança? E o menino? É que o verão passou e a febre não baixou. Com o outono impiedoso, »
Nada de muito novo vou dizer. Talvez lembrar que “Clay For The Working Hands” serve para recordar o trabalho criado »
Que interminável e arrasador riff. É mesmo coisa do inferno. Como se tudo girasse em torno de uma intensidade eléctrica »
Os Bunnyranch não enganam. Porque sabemos ao que vêm e porque vêm sempre bem. Neste disco, vêm ainda melhores. Impulsionados »
Cum catano! Se só uma já pareceria suficiente, agora imaginem as duas juntas. Imaginem Dokuga e Motornoise num disco apenas, »
Por uma nova ortodoxia do fado. Também não é novidade uma certa mistura de influências na música do alentejano António »
Já não é apenas a aventura fantasiosa experimentada em “Ynys Mön” (Trollzorn Records, 2008). Não é. Em “Horn Triskelion”, o »
Peso e melodia; muito peso compensado por uma delicada harmonia. Enfim, é apenas uma confirmação. É a confirmação dos More »
Admitamos; quem imaginaria há anos atrás o fulgor do fado de hoje? Talvez poucos. Gonçalo Salgueiro é claramente uma das »
Mais alto; mais alto; maaaais aaaaaaalto! Vai ao osso, vai ao pêlo e a grande velocidade. Como não brincam com »









