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	<title>A Trompa &#187; sons dispersos</title>
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	<description>Eu ouço música portuguesa. Por Rui Dinis</description>
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    <title>A Trompa</title>
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		<title>António Variações</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 19:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Dinis</dc:creator>
				<category><![CDATA[sons dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[António Variações]]></category>

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		<description><![CDATA[::Tema: &#8220;Sempre Ausente&#8221; &#8211; António Variações (&#8220;Anjo da Guarda&#8221;, EMI, 1983; Reed. iPlay, 2008)
::Tempo: 1983
::Espaço: Lisboa
::Expressão:
É incrível como a cada regresso à obra de António Variações, mais convencidos ficamos da sua centralidade para a história da pop nacional; passado, presente e futuro. Foi assim, enquanto apresentava o melhor deste senhor ao mais jovem inquilino aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">::<strong>Tema</strong>: &#8220;Sempre Ausente&#8221; &#8211; António Variações (&#8220;Anjo da Guarda&#8221;, EMI, 1983; Reed. iPlay, 2008)<br />
::<strong>Tempo</strong>: 1983<br />
::<strong>Espaço</strong>: Lisboa<br />
::<strong>Expressão</strong>:<br />
É incrível como a cada regresso à obra de António Variações, mais convencidos ficamos da sua centralidade para a história da <em>pop </em>nacional; passado, presente e futuro. Foi assim, enquanto apresentava <em>o melhor</em> deste senhor ao mais jovem inquilino aqui da orquestra &#8211; sim, também dá para embalar. Como grande parte da sua obra, também este belíssimo &#8220;Sempre Ausente&#8221; é marcado por um forte teor autobiográfico:</div>
<div>
<p><em>Diz-me que solidão é essa<br />
Que te põe a falar sozinho<br />
Diz-me que conversa<br />
Estás a ter contigo</em></p>
<p><em>Diz-me que desprezo é esse<br />
Que não olhas para quem quer que seja<br />
Ou pensas que não existes<br />
Ninguém que te veja</em></p>
<p><em>Que viagem é essa<br />
Que te diriges em todos os sentidos<br />
Andas em busca dos sonhos perdidos</em></p>
<p><em>Lá vai o maluco<br />
Lá vai o demente<br />
Lá vai ele a passar<br />
Assim te chama<br />
Toda essa gente<br />
Mas tu estás sempre ausente<br />
Não te conseguem alcançar<br />
Mas eu estou sempre ausente<br />
Não me conseguem alcançar</em></p>
<p><em>Diz-me que loucura é essa<br />
Que te veste de fantasia<br />
Diz-me que te liberta<br />
Que vida vazia</em></p>
<p><em>Diz-me que distância é essa<br />
Que levas no teu olhar<br />
Que ânsia e que pressa<br />
Que queres alcançar</em></p>
<p><em>Que viagem é essa<br />
Que te diriges em todos os sentidos<br />
Andas em busca dos sonhos perdidos</em></p>
<p><em>(António Variações)</em></p>
<p>Se ninguém se queixar, aqui fica a recordação:<em><br />
</em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="200" height="20" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://blogatrompa.googlepages.com/dewplayer.swf?son=http://www.fileden.com/files/2007/9/28/1465944/SempreAusente.mp3" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="200" height="20" src="http://blogatrompa.googlepages.com/dewplayer.swf?son=http://www.fileden.com/files/2007/9/28/1465944/SempreAusente.mp3" wmode="transparent"></embed></object></div>
<p><img style="border: 0px solid white;" title="capa de anjo da guarda" src="http://a-trompa.net/ficheiros/avariacoes.jpg" alt="capa de anjo da guarda" /><br />
<em>&#8220;Anjo da Guarda&#8221; António Variações</em> ( EMI, 1983; Reed. iPlay, 2008)</p>
<p><img title="sítio" src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/botsitio-1.jpg" border="0" alt="sítio" /> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Varia%C3%A7%C3%B5ess">Wikipedia</a><br />
<img title="sítio" src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/botsitio-1.jpg" border="0" alt="sítio" /> <a href="http://www.myspace.com/antniovariacoes">www.myspace.com/antniovariacoes</a></p>
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		<title>SONS DISPERSOS&#124;Sitiados</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 19:43:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Dinis</dc:creator>
				<category><![CDATA[sons dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[Sitiados]]></category>

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		<description><![CDATA[Tema: &#8220;E Ela Cega&#8221; &#8211; Sitiados (&#8220;Sitiados&#8220;, BMG, 1992)
Tempo: 1992
Espaço: Lisboa
Expressão: Enquanto dava a ouvir ao mais jovem dos trompistas uma das mais importantes bandas portuguesas da década de 90, recordei com enorme prazer a beleza deste &#8220;E Ela Cega&#8221;. Não é sequer um dos temas mais conhecidos do álbum do famoso &#8220;Vida de Marinheiro&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong>Tema</strong>: &#8220;E Ela Cega&#8221; &#8211; Sitiados (&#8220;<a href="http://a-trompa.net/sem-categoria/1071/">Sitiados</a>&#8220;, BMG, 1992)<br />
<strong>Tempo</strong>: 1992<br />
<strong>Espaço</strong>: Lisboa<br />
<strong>Expressão</strong>: Enquanto dava a ouvir ao mais jovem dos <em>trompistas </em>uma das mais importantes bandas portuguesas da década de 90, recordei com enorme prazer a beleza deste &#8220;E Ela Cega&#8221;. Não é sequer um dos temas mais conhecidos do álbum do famoso &#8220;Vida de Marinheiro&#8221; &#8211; o primeiro dos Sitiados, mas que é uma da mais  belas canções criadas por João Aguardela (letra e música) lá isso é. Ao piano está João Pedro Pimenta.</div>
<div style="text-align: justify;">
<p><em>e ela cega<br />
e ela sabe<br />
ai onde vai</em></p>
<p><em>e ela cai<br />
mas ao cair<br />
finge-se cega</em></p>
<p><em>e ela entrega<br />
sente o fundo<br />
de quem a tem</em></p>
<p><em>e ela vem<br />
sem que alguém<br />
sinta chegar</em></p>
<p><em>e ela dor<br />
deixa-te só<br />
faz-te chorar</em></p>
<p><em>ela ensina<br />
ela engana<br />
ai a saudade</em></p>
<p><em>e o desejo<br />
de mais um beijo<br />
tocar a mão</em></p>
<p><em>e se ela existe<br />
ela resiste<br />
mesmo se os olhos<br />
dizem que não ela insiste<br />
espera em vão</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>mas ela é vida<br />
triste a vida<br />
sem ela</em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="200" height="20" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://blogatrompa.googlepages.com/dewplayer.swf?son=http://www.fileden.com/files/2007/9/28/1465944/eelacega_sitiados.mp3" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="200" height="20" src="http://blogatrompa.googlepages.com/dewplayer.swf?son=http://www.fileden.com/files/2007/9/28/1465944/eelacega_sitiados.mp3" wmode="transparent"></embed></object></div>
<p style="text-align: justify;"><img style="border:0px solid white;" title="capa de sitiados" src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/sitiados.jpg" alt="capa de sitiados" /><br />
<em>“Sitiados” &#8211; Sitiados</em> (BMG, 1992)</p>
<p style="text-align: justify;"><img title="sítio" src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/botsitio-1.jpg" border="0" alt="sítio" /> <a href="http://www.myspace.com/abandasitiados">www.myspace.com/abandasitiados</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>SONS DISPERSOS&#124;Pop Five Music Incorporated</title>
		<link>http://a-trompa.net/sons-dispersos/sons-dispersospop-five-music-incorporated</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 09:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Dinis</dc:creator>
				<category><![CDATA[sons dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[David Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Graça Moura]]></category>
		<category><![CDATA[Pop Five Music Incorporated]]></category>
		<category><![CDATA[Tozé Brito]]></category>

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		<description><![CDATA[NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;
::Tema: &#8220;Page One&#8221; &#8211; Pop Five Music Incorporated (Single, Orfeu)
::Tempo: 1970
::Espaço: Porto
::Expressão: O grupo formou-se no Porto corria o ano de 1967. Formado por David Ferreira (órgão Hammond, piano, guitarra e voz), Tozé Brito (baixo, guitarra e voz), Paulo Godinho (voz, teclas e guitarra), Álvaro Azevedo (bateria) e Luís Vareta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;</strong></p>
<p>::<strong>Tema</strong>: &#8220;Page One&#8221; &#8211; Pop Five Music Incorporated (Single, Orfeu)</p>
<p>::<strong>Tempo</strong>: 1970</p>
<p>::<strong>Espaço</strong>: Porto</p>
<p align="justify">::<strong>Expressão</strong>: O grupo formou-se no Porto corria o ano de 1967. Formado por David Ferreira (órgão Hammond, piano, guitarra e voz), Tozé Brito (baixo, guitarra e voz), Paulo Godinho (voz, teclas e guitarra), Álvaro Azevedo (bateria) e Luís Vareta (baixo e voz), os  Pop Five Music Incorporated tiveram a sua estreia em disco em 1968, com o <em>single </em>&#8220;Those Where The Days&#8221; (Orfeu). Em 1970, já sem David Ferreira e Tozé Brito, mas com  o maestro Miguel Graça Moura, gravaram este &#8220;Page One&#8221;, tema que viria a ser utilizado como indicativo do programa &#8220;Página Um&#8221; da Rádio Renascença. O <em>single </em>chegou mesmo a ser editado internacionalmente. Depois de uma bem sucedida actuação no Festival de Vilar de Mouros de 1971, o grupo veria chegar o seu fim logo no ano seguinte.</p>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botsom.jpg" title="som" alt="som" border="0" /> Na <strong>Rádio Memória</strong> da Trompa está esta <em>página</em>&#8230;</p>
<p><img src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/sub2/pageone.jpg" title="capa de Page One" style="border: 0px solid white" /><br />
<em>&#8220;Page One&#8221;/&#8221;Ária (para a 4ª Corda)&#8221; &#8211; Pop Five Music Incorporated</em> (Orfeu, 1970)</p>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botwww.jpg" border="0" /> <a href="http://www.novaguarda.pt/060202/g_opi7.htm">www.novaguarda.pt/060202/g_opi7.htm</a><br />
<img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botwww.jpg" border="0" /> <a href="http://www.geocities.com/vilardemouros1971/popfive.htm">www.geocities.com/vilardemouros1971/popfive.htm</a><br />
<img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botwww.jpg" border="0" /> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pop_Five_Music_Incorporated">pt.wikipedia.org/wiki/Pop_Five_Music_Incorporated</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>SONS DISPERSOS&#124;Bye Bye Lolita Girl</title>
		<link>http://a-trompa.net/sons-dispersos/sons-dispersosbye-bye-lolita-girl</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jan 2008 02:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Dinis</dc:creator>
				<category><![CDATA[sons dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[Bye Bye Lolita Girl]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Ferraz]]></category>

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		<description><![CDATA[NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;
::Tema: &#8220;Sem Palavras para Ti&#8221; &#8211; Bye Bye Lolita Girl (Compilação &#8220;Divergências&#8221;, Ama Romanta, 1986)
::Tempo: 1986
::Espaço: Lisboa
::Expressão:
Nascidos em 1985 e desaparecidos no ano seguinte, os Bye Bye Lolita Girl não só resultariam da extinção de um tal grupo chamado Ezra Pound e a Loucura, como originariam, posteriormente, uma máquina sonora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;</strong></p>
<p>::<strong>Tema</strong>: &#8220;Sem Palavras para Ti&#8221; &#8211; Bye Bye Lolita Girl (Compilação &#8220;Divergências&#8221;, Ama Romanta, 1986)</p>
<p>::<strong>Tempo</strong>: 1986</p>
<p>::<strong>Espaço</strong>: Lisboa</p>
<p>::<strong>Expressão</strong>:<br />
Nascidos em 1985 e desaparecidos no ano seguinte, os Bye Bye Lolita Girl não só resultariam da extinção de um tal grupo chamado Ezra Pound e a Loucura, como originariam, posteriormente, uma máquina sonora absolutamente avassaladora apelidada de Santa Maria Gasolina em Teu Ventre. Tudo, projectos liderados por <a href="http://www.zounds.pt/bands/jorge%20ferraz/biog.html">Jorge Ferraz</a>, músico que editará brevemente, em nome próprio, o álbum &#8220;África Mecânica de Metal&#8221; (Zounds).  De resto, falta ainda recordar a presença de Anabela Duarte nestes mesmos Bye Bye Lolita Girl, momentos antes de seguir para os brilhantes Mler Ife Dada.<br />
Efémera, mas está lá&#8230;Lolita.</p>
<p>&#8220;<em>que se espera de um passeio<br />
nas horas do próximo estio do dia?<br />
corra ele o frio e a chuva<br />
o sol, o vento, o desejo<br />
ou o gesto<br />
entre bonitos olhos anónimos<br />
e vidro esquecido .</em></p>
<p><em>será aí o passeio?</em></p>
<p><em>na essência da única coisa bonita<br />
que não é nada<br />
que é nada<br />
um singular amor .</em></p>
<p><em>a memória do presente: felicidade<br />
não será esquecida, não será ultrajada<br />
mesmo entre gemidos de lamento<br />
eu repito:<br />
a felicidade não pode ser ultrajada .</em></p>
<p><em>eu confio nas canções &#8211; mesmo naquelas que fiz .</em></p>
<p><em>confio nas alamedas e nas árvores<br />
que se colorem de estações<br />
ou não<br />
eu confio em ti .<br />
eu me lembro&#8230; eu confio em mim .</em></p>
<p><em>como um amante desajeitado: eu sou belo .</em></p>
<p><em>agora, sem palavras para ti<br />
teu belo passeio<br />
cedo eu vi<br />
voando lento<br />
vidro reflectindo<br />
sonhos de tempos idos</em></p>
<p><em>vejo-me diferente, animado<br />
sonhando o teu regresso<br />
perduro e pássaro<br />
eu peço como amante desajeitado</em></p>
<p><em>agora, sem palavras para ti .<br />
algo breve, pequeno, único<br />
como amante desajeitado<br />
o que te darei<br />
vou sonhando</em></p>
<p><em>como num breve raio de cor<br />
como amante desajeitado<br />
tu virás, estarás<br />
meu desejo</em></p>
<p><em>te ver feliz , te tocar&#8230;<br />
amor,<br />
amor .</em></p>
<p><em>te ver feliz, te tocar&#8230;<br />
amor .</em></p>
<p><em>sou também o passeio de tarde pelas ruas bonitas .<br />
sem palavras para ti .</em>&#8221;</p>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botsom.jpg" title="som" alt="som" border="0" /> Na <strong>Rádio Memória</strong> da Trompa está o tema &#8220;<em>sem palavras para ti&#8221;.</em></p>
<p><img src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/sub1/jorgeferraz.jpg" alt="Foto de Jorge Ferraz" title="Foto de Jorge Ferraz" style="border: 0px solid white" /><br />
&gt; Jorge Ferraz</p>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botwww.jpg" title="sítio" alt="sítio" border="0" /> <a href="http://www.zounds.pt/bands/jorge%20ferraz/biog.html">www.zounds.pt</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>SONS DISPERSOS&#124;SPQR</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Dec 2007 14:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Dinis</dc:creator>
				<category><![CDATA[sons dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[SPQR]]></category>

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		<description><![CDATA[NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;
::Tema: &#8220;Flow&#8221; &#8211; SPQR
::Tempo: 1986
::Espaço: Lisboa
::Expressão:
Para uma tarde de feições ambientais; com coisas do antigamente. Saiu SPQR, um colectivo da década de 80, formado inicialmente por três figuras proeminentes da música portuguesa contemporânea; a saber: Rafael Toral, José Pedro Moura e Rodrigo Amado. O tema chama-se &#8220;Flow&#8221; e foi a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><b>NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;</b></p>
<p>::<b>Tema</b>: &#8220;Flow&#8221; &#8211; SPQR</p>
<p>::<b>Tempo</b>: 1986</p>
<p>::<b>Espaço</b>: Lisboa</p>
<p>::<b>Expressão</b>:<br />
Para uma tarde de feições ambientais; com coisas do antigamente. Saiu SPQR, um colectivo da década de 80, formado inicialmente por três figuras proeminentes da música portuguesa contemporânea; a saber: Rafael Toral, José Pedro Moura e Rodrigo Amado. O tema chama-se &#8220;Flow&#8221; e foi a única edição conhecida dos SPQR, tema incluído na compilação da Ama Romanta, &#8220;Divergências&#8221;.<br />
Excelente momento!</p>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botsom.jpg" title="som" alt="som" border="0" /> Na <b>Rádio Memória</b> da Trompa está este <i>&#8220;Flow&#8221;</i>.</div>
<p><img src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/sub1/divergenciascover.jpg" alt="capa de divergências" title="capa de divergências" style="border: 0px solid white;" /><br />
<i>&#8220;Divergências&#8221; &#8211; Vários Artistas</i> (Ama Romanta, 1986)</p>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botwww.jpg" title="sítio" alt="sítio" border="0" /> <a href="http://anos80.no.sapo.pt/spqr.htm">SPQR</a> no Anos 80.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>SONS DISPERSOS&#124;Os Chinchilas</title>
		<link>http://a-trompa.net/sons-dispersos/sons-dispersosos-chinchilas</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 11:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Dinis</dc:creator>
				<category><![CDATA[sons dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[Os Chinchilas]]></category>
		<category><![CDATA[Phil Mendrix]]></category>

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		<description><![CDATA[NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;
::Tema: &#8220;I&#8217;m a Believer&#8221; &#8211; Os Chinchilas
::Tempo: 1967
::Espaço: Porto
::Expressão:Com um tempo de vida curto, que se estendeu apenas pela segunda metade da década de 60, os psicadélicos Chinchilas são hoje referidos, essencialmente, por terem dado a conhecer ao mundo um dos maiores guitarristas do rock feito em Portugal: Filipe Mendes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><b>NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;</b></p>
<p>::<b>Tema</b>: &#8220;I&#8217;m a Believer&#8221; &#8211; Os Chinchilas</p>
<p>::<b>Tempo</b>: 1967</p>
<p>::<b>Espaço</b>: Porto</p>
<p>::<b>Expressão</b>:<br />Com um tempo de vida curto, que se estendeu apenas pela segunda metade da década de 60, os <span style="font-style: italic;">psicadélicos</span> Chinchilas são hoje referidos, essencialmente, por terem dado a conhecer ao mundo um dos maiores guitarristas do rock feito em Portugal: Filipe Mendes, hoje também <a href="http://philmendrix.blog.com/">Phil Mendrix</a>. Depois dos Chinchilas, Filipe Mendes fez ainda parte de projectos tão importantes para a história do rock feito em Portugal como foram os Heavy Band, os Psico e os Roxigénio; mais tarde, o nome de Phil Mendrix começou também a constar no <span style="font-style: italic;">line-up</span> dos Irmãos Catita e Ena Pá 2000.<br />Sobre a canção e não sendo a mais interessante, é certamente a mais conhecida dos Chinchilas, uma versão para o tema que Neil Diamond compôs e os norte-americanos The Monkees gravaram em 66.</p>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botsom.jpg" title="som" alt="som" border="0" /> Na <b>Rádio Memória</b> da Trompa está este &#8220;I&#8217;m a Believer&#8221;.</div>
<p><img src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/sub1/imabeliever.jpg" alt="capa de I'm a Believer" title="capa de I'm a Believer" style="border: 0px solid white;" /><br /><i>&#8220;I&#8217;m a Believer&#8221; &#8211; Os Chinchilas </i>(Tecla, 1967)</p>
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		<title>SONS DISPERSOS&#124;Saga</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Aug 2007 15:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Dinis</dc:creator>
				<category><![CDATA[sons dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[Saga]]></category>

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		<description><![CDATA[NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230; 
::Tema: &#8220;Cantiga de Imigo&#8221; &#8211; Saga
::Tempo: 1976
::Espaço: Lisboa
::Expressão: 
Recuperando o que em tempos se disse por aqui de &#8220;Homo Sapiens&#8221;:&#8220;Obra mais ou menos ignorada entre nós &#8211; não tanto pelos coreanos da M2U Records, da qual fizeram uma reedição em 2001 &#8211; &#8220;Homo Sapiens&#8221; dos Saga é mais um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><b>NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;</b> </p>
<p>::<b>Tema</b>: &#8220;Cantiga de Imigo&#8221; &#8211; Saga</p>
<p>::<b>Tempo</b>: 1976</p>
<p>::<b>Espaço</b>: Lisboa</p>
<p>::<b>Expressão</b>: 
<div align="justify">Recuperando o que em tempos se disse por aqui de &#8220;Homo Sapiens&#8221;:<br /><i>&#8220;Obra mais ou menos ignorada entre nós &#8211; não tanto pelos coreanos da M2U Records, da qual fizeram uma reedição em 2001 &#8211; &#8220;Homo Sapiens&#8221; dos Saga é mais um convincente exercício progressivo de colheita lusa. Liderados por José Luis Tinoco, os Saga têm em &#8220;Homo Sapiens&#8221; um disco de uma lírica cuidadíssima &#8211; girando em torno do tema da guerra e do lançamento das primeiras bombas atómicas &#8211; e de uma instrumentação igualmente apurada, onde se podem ouvir pianos e sintetizadores vários, guitarras várias, saxofones vários, bateria e baixo. As vozes completam o interessante registo.&#8221;</i> (<a href="http://atrompa.blogspot.com/2006/09/discos-de-uma-vida3_16.html">1</a>)</div>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botsom.jpg" title="som" alt="som" border="0"> Na <b>Rádio Memória</b> da Trompa está o tema &#8220;Cantiga de Imigo&#8221;.</div>
<p><img src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/homosapiens.jpg" alt="capa de Homo Sapiens" title="capa de Homo Sapiens" style="border:0px solid white;"><br /><i>&#8220;Homo Sapiens&#8221; &#8211; Saga</i> (Movieplay, 1976)</p>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botipo.jpg" title="tipo" alt="tipo" border="0"> Rock Progressivo</p>
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		<title>SONS DISPERSOS&#124;Arte &amp; Ofício</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 08:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Dinis</dc:creator>
				<category><![CDATA[sons dispersos]]></category>
		<category><![CDATA[Arte e Ofício]]></category>

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		<description><![CDATA[NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;
::Tema: &#8220;O Cargarejo da Galinha&#8221; &#8211; Arte &#038; Ofício
::Tempo: 1978
::Espaço: Porto
::Expressão:Tinha em mente regressar um dia aos Arte &#38; Ofício. É hoje. Escolhido um dos discos mais emblemáticos do grupo composto na altura por Sérgio Castro (baixo), António Garcez (voz), Álvaro Azevedo (bateria), Fernando Nascimento (guitarra e percussão) e Sérgio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><b>NO TEMPO E NO ESPAÇO COM&#8230;</b></p>
<p>::<b>Tema</b>: &#8220;O Cargarejo da Galinha&#8221; &#8211; Arte &#038; Ofício</p>
<p>::<b>Tempo</b>: 1978</p>
<p>::<b>Espaço</b>: Porto</p>
<p>::<b>Expressão</b>:<br />Tinha em mente regressar um dia aos Arte &amp; Ofício. É hoje. Escolhido um dos discos mais emblemáticos do grupo composto na altura por Sérgio Castro (baixo), António Garcez (voz), Álvaro Azevedo (bateria), Fernando Nascimento (guitarra e percussão) e Sérgio Cordeiro (guitara), o maxi-single &#8220;Come Hear the Band&#8221;, a escolha recaiu exactamente sobre o curioso e excelente lado B do disco. Chama-se &#8220;O Cargarejo da Galinha&#8221; e é um extraordinário exercício instrumental e experimental, de base jazzística, com galinhas pelo meio e tudo &#8211; lindo!</p>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botsom.jpg" title="som" alt="som" border="0" /> Na <b>Rádio Memória</b> da Trompa está o <i>&#8220;O Cargarejo da Galinha&#8221;</i> para ouvir.</div>
<p><img src="http://i151.photobucket.com/albums/s143/atrompa2006/comehear.jpg" alt="capa de Come Hear The Band" title="capa de Come Hear The Band" style="border: 0px solid white;" /><br /><i>&#8220;Come Hear the Band&#8221;/&#8221;O Cargarejo da Galinha&#8221; &#8211; Arte &amp; Ofício</i> (Maxi-Single, Orfeu, 1978)</p>
<p><img src="http://blogatrompa.com.sapo.pt/botwww.jpg" title="sítio" alt="sítio" border="0" /> <a href="http://www.geocities.com/vilardemouros1971/arteoficio.htm">www.geocities.com/vilardemouros1971/arteoficio.htm</a></p>
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