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CURTAS|Ricardo Sá

Por em 17 Ago 2009

Esta história inicia-se algures em 1988, com a entrada para a Escola de Jazz do Porto. Depois de correr alguns projectos punk-rock como baterista, até 1995, dedica-se posteriormente, como autodidacta, à percussão (djambé, darbuka, metais, objectos). Já com a improvisação sempre em mente, dedica-se desde o ano 2000 a um sem número de projectos solitários (electrónica, percussão, teclados, sampler e guitarra) e ocasionais colaborações com outros músicos. Actualmente, e para além de ser o responsável pela netlabel Electro Rucini, conhecemo-lo com Alrucini. Chama-se Ricardo Sá e é o convidado de hoje das ‘curtas’:

Ricardo Sá | 36 anos | Porto
Música: Menstruo Artis (2000/2005) – Ego Cogito (2000/2005) – Umbra (2001) – Necrobiosis (2001/2005) – Umbriosie (2001/2005) – Keben (2002/2005) – Apotome (2004/2005) – Alrucini (2005/….) – Apocalipse Político (2005) – El Teban (2005/2006) – Ombilic (2006) – Bad Slap Org (2006) – Shamahan (2006/2007). Participou nos Aneurisma Parasita (Equinox Of The Gods) de 1996 a 2000 ; Digital Sculptured Sounds entre 2007 e 2008 ; participação esporádica em concerto/performance-multimédia ao vivo com Pedro Moura e Zé Pedro Ribeiro (Terra Oca) ; mais recentemente e em colaboração com Marco Ramos (Minson), o projecto: JahRucini & JahMinson (2009).
Edição: Responsável pela netlabel Electro Rucini;

01. Um músico de referência:
Carlos Zíngaro.

02. Um grupo ou projecto de eleição:
Mão Morta.

03. Um disco fundamental:
António Variações: “Anjo da Guarda” (1983).

04. Uma canção ou tema inesquecível:
Pop Dell´Arte: “Avanti Marinaio”.

05. O disco que ultimamente mais o surpreendeu:
(uma sardinha do meu braseiro) O EP: “Xarhope”, foi uma boa surpresa, editado na Electro Rucini em 2008.

06. O último disco que comprou: Quando?
Most people have been trained to be bored – “Success In Cheap Prices” ; no dia do concerto (2 de Maio de 2009) na Fábrica do Som (S.T.F.U.).

07. O disco de 2009 que mais gostou:
(mais uma sardinha a queimar) “Tontura rural“, editado na Electro Rucini a 13 de Agosto de 2009.

08 O disco que mais o desiludiu:
Os discos de platina, ouro ou prata são todos uma desilusão.

09. A última boa descoberta:
O guitarrista tricéfalo: Dekrypton Joel, com 4 edições na Electro Rucini, entre 2008 e 2009.

10. O último concerto que assistiu ao vivo? Quando?
CONCERTO PARA MAQUINARIA E ESTADOS LÍQUIDOS – Canal Zero; Serralves em Festa – 30 Maio 2009.

11. O artista ou banda mais importante para a história da música moderna em Portugal?
Vítor Rua & Jorge Lima Barreto (TELECTU).

12. Um disco que se aconselha; livre e gratuito:
(e sem brasas na sardinha) “Subterminal” – Filled with light, editado pela XS Records em Agosto de 2009.

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foto de Ricardo Sá

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Rui Dinis
Portugal

Rui Dinis é um bi-pai 'alentejano' nascido em Lisboa no ano de 1970, dedicado desde Janeiro de 2004 à divulgação da música e dos músicos portugueses.

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Por decisão pessoal, o autor deste blogue não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico.