nunca ouvidos

NUNCA OUVIDOS|"Forças Ocultas" – Duplex Longa

Por em 22 Jul 2007
Disco único da dupla composta por Mário Resende (violino) e Carlos Raimundo (baixo); o disco foi produzido pelo grupo e por Rui Eduardo Paes.

-> Se o conhecem, deixem a vossa opinião!

capa de Forças Ocultas
“Forças Ocultas” – Duplex Longa (MTM, 1992)

sítio Duplex Longa no Anos 80

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7 Comentrios
  1. Mário Resende

    19 Out 2017

    Caro Rui
    O meu boneco está com cara de de mau feitio, pois é coisa que não sou, nem nunca fui, apesar de ter sido até hoje espezinhado, mas como as verdades têm de ser ditas e divulgadas mesmo após muitos anos passados, com um grande sorriso os meus comentários sinceros deveriam estar com um sorriso de orelha a orelha , se puderes mudar a bonecada agradecia, mas se os critérios do blogue são esses, confino-me às minhas simples e humanas caraterísticas únicas do que sou: para uns virtudes e para outros defeitos.
    Por aqui termino os meus comentários.
    Continua com a divulgação da música portuguesa e com os teus artigos sempre muito corretos a todos os níveis, pois visitei com todo o cuidado e apreço o teu blog.
    Bem hajas, Rui pela tua sinceridade e sobretudo. isenção crítica, algo raro nestes tempos.
    Mário

  2. Mario Resende

    16 Out 2017

    Caro Rui e pessoas interessadas pelos Duplex Longa, envio a morada Podcast do “Forças Ocultas” e das propostas que ficaram gravadas em ensaio para o 2º CD, que não saiu porque os interesses de um não foram compatíveis a ambos. Com muita pena e extrema consideração pelo guitarrista Fernando Guiomar que depois de se integrar no grupo, viu e sentiu na pele o desmoronar de um bom projeto, pelos contínuos ensaios cancelados pelo baixista, do qual fui, e ele sabe que fui o seu professor.
    A vida é assim, quando um não acredita no que faz, tudo se desmorona.
    Aqui vai o podcast.
    https://www.podomatic.com/podcasts/mario-t-teixeira
    Mário Resende

  3. Mário Resende

    16 Out 2017

    Uma correção
    O CD dos Duplex Longa estava editado e pronto para sair para o mercado em 1991, como constam dos registos da Sociedade Portuguesa de Autores e no próprio CD, mas devido às máfias da música que existem e continuam a existir, este poder execrável fez com que o CD que estava para ser historicamente o primeiro a ser vendido em Portugal, só pôde ser pela imposição destas máfias em 1992. Como a Valentim de Carvalho já foi para o c—–, fico satisfeito por significativa escumalha ter “mudado para outros estúdios de alterne, tal como as p—-“.
    A música em Portugal nunca foi única, sempre foi umas colagens e uns plágios estilísticos de outros modelos.
    Se ouve algo inédito e original foram os grupos onde pertenci/toquei/participei com muito gosto e dedicação: Seres, Duplex Longa, Croix Saint, More República Masónica e Essa Entente.
    Mário

  4. Mário Resende

    15 Out 2017

    Das boas recordações que nunca esquecerei, foi o trineto de Richard Wagner, Andreas Wagner, ter vindo a Portugal com o propósito de assistir a um concerto dos Duplex Longa e termos conversado sobre música e Arte no verdadeiro sentido que ela é!
    Mário Resende

  5. Mário Resende

    15 Out 2017

    Mais uma vez Rui Dinis, agradeço profundamente a tua dedicação à música Portuguesa.
    Eu, como português, mas sobretudo cidadão do mundo deixei perto de 35 quilos de composições no museu da música para se esta geração na aproveitar, as vindouras que a aproveitem.
    As minhas obras estão no acervo musical mesmo ao lado de Alfredo Keill, ( melhor não podia ser, juntos, dois monárquicos convictos e assumidos)..

    Para consulta das obras e que os invejosos não arranquem páginas ou risquem nas partituras, como algumas infelizmente já foram vandalizadas.

    Local das obras doadas para Portugal e para o Mundo

    Museu Nacional da Música

    Morada:
    Estação do Metropolitano Alto dos Moinhos
    Rua João de Freitas Branco
    Lisboa
    1500-359
    Portugal

    Telefone: + 351 21 771 09 90 – 8
    Fax: + 351 21 771 09 99

    Informação: geral@mnmusica.dgpc.pt

    As obras não carecem de direitos autorais, apenas o valor das fotocopias das partituras revertem para o Museu, para que um dia, este tenha um espaço digno, tal como o Museu da Música em Bruxelas, invés de estar confinado a uma estação de metropolitano (só mesmo em Portugal).
    Bem hajas Rui e bem haja o povo português que luta pela dignidade cultural.
    Mário Resende (Abreviatura de um extenso nome próprio).

  6. Mário Resende (abreviatura artística)

    17 Abr 2017

    Agradeço às “humanas pessoas” Rui e Sgvarôurv a atenção disponibilizada e pelo que constato “sincera” (coisa rara desde que conheço esta espécie dita, humana, mas que nada disso tem, pois mordem-se como cães), por apreciarem este género musical. E sinto-me profundamente satisfeito pelos dois gostarem, porque o importante nunca foi nem será o número dos que gostam mas a qualidade do gosto de quem gosta. Sei que é uma música refinada e que para a compreender é necessário “cultura geral e cultura musical” algo que biliões que só pensam em fama e cifrões e na vida egocêntrica e mundana, não têm e provavelmente nunca a terão até ao fim das suas vidas mesmo que durem até ao 120 anos, o discernimento cultural. Serão sempre pedras toscas e pontiagudas com muitas arestas cortantes em tudo o que se atravesse no caminho. Existir porque se existe sem se saber porquê e para quê é perder tempo e mais, fazer perder o tempo dos outros. Assim, existem os livres pensadores (sujeitos a todos os ataques dos tiranossauros/versus/humanos) que acabam escorraçados mas vivem com tigres de bengala, os maçons, os candidatos a maçons, os falsos maçons, os poucos rosa cruz existentes, os crentes em algo religioso, Opus Dei, Zen ou Budista, mas que pecam pelo orgulho e ganância em todos os momentos.
    Depois de ter compreendido como funciona o Mundo, fiz como Mozart, porque compreendi-o e dediquei-me ao que interessa na vertente humana e o resto “são pias de merda para encher, tal como Mozart escreveu numa carta a seu pai”. Mas continuei em frente, nunca deixando de inventar música, não me preocupando se será interpretada e escutada pelo “homem?”, pois sei que quando a escrevo e penso, Deus a adquiriu para si. Melhor público não poderia ter.
    Muito me satisfaz ter 3 bons ouvintes: Deus, Rui e Sgvarôurv.
    Fui escorraçado por “Sodoma” e ainda bem do que nela ter sido aceite e integrado.
    Bem hajam, saúde, prosperidade e longevidade.
    O ex violinista dos ex D.L.
    M

  7. Sgvarôur Saemundsson

    30 Ago 2009

    I can’t define the beautiful of the music of Duplex Longa, may be in 2080 year the people understand this rare diamond.
    I have a copy of the CD by a German friend composer and it’s now the first of my 7567 CDs personal collection of “intelligent music”, like Mozart, Bach, Grieg, Benny Goodman, S. Grappelli, Miles Davis, and so on ……

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Rui Dinis
Portugal

Rui Dinis é um bi-pai 'alentejano' nascido em Lisboa no ano de 1970, dedicado desde Janeiro de 2004 à divulgação da música e dos músicos portugueses.

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