Junho, 2004

Junho 29th, 2004 | versão papel versão papel

FIGURASGaiteiros de Lisboa

A gaita, essa expressão lusa de tão vastos significados.
Os Gaiteiros de Lisboa formaram-se em 1991, sendo actualmente compostos por Carlos Guerreiro, José Manuel David, José Salgueiro, Paulo Charneca, Paulo Marinho, Pedro Casaes e Rui Vaz. Possuidores de uma capacidade invulgar no âmbito da animação musical, estes veneradores de gaitas e gaiteiros são músicos tradicionais de excelência. Se há grupo que procura o que de mais simples e natural existe no som, na música, os Gaiteiros de Lisboa são de certeza um deles. No respeito sério pelas sonoridades tradicionais, os Gaiteiros não perdem ainda, toda a sua veia experimentalista: “Tudo o que tenha um som invulgar nos interessa. Esse desafio acústico é o único purismo a que nos mantemos fiéis” – dizem os próprios.
A recolha de sons, de vozes e instrumentos, a experenciação sonora e a recriação artística permanente, fazem dos Gaiteiros de Lisboa um dos maiores exemplos da música tradicional criada em Portugal.

::Discografia::
- Invasões Bárbaras (1995/Farol Música)
- Bocas do Inferno (1997/Farol Música
- Dançachamas (2000/Farol Música)
- Macaréu (2002/Aduf Edições)

Sítio:www.gaiteirosdelisboa.com

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Junho 29th, 2004 | versão papel versão papel

AGENDAUnited Sounds of Music: Julho

- Dia 02, sexta, B Flat em Matosinhos às 23h30 – WonderFool’s
- Dia 03, sábado, B Flat em Matosinhos às 23h30 – WonderFool’s
- Dia 03, sábado, Picadeiro_Fontelo em Viseu às 22h00 – Paula Oliveira Quarteto
- Dia 20, terça, Bogani Café em Gaia às 22h00 – Paula Oliveira e João Paulo
- Dia 21, quarta, Largo do Coreto em Resende às 22h00 – Susana Baldaque & GANG!
- Dia 30, sexta, B Flat em Matosinhos às 23h30 – Carlos Polónia Grupe
- Dia 31, sábado, B Flat em Matosinhos às 23h30 – Carlos Polónia Grupe

Carlos Polónia

Sítio: www.unitedsoundsofmusic.com

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Junho 29th, 2004 | versão papel versão papel

BREVESNovidades em escuta

Em fuga, em direcção à fnac, ouviram-se alguns dos novos álbuns de 2004 pouco sentidos por estes lados. De áreas bem diferentes, os discos ouvidos e numa primeira audição, deixaram-nos de modo geral bastante agradados. Escolhido um, Rodrigo Leão veio na bagagem. Haja vitalidade!

- Rão Kyao “Porto Alto”
- Rodrigo Leão “Cinema”
- The Temple “Diesel Dog Sound”
- Bullet “Torch Songs For Secret Agents”

“Torch Songs For Secret Agents” – Bullet (2004/Loop:Recordings)

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Junho 28th, 2004 | versão papel versão papel

TROMPALISTA 2004Disco do Ano: Junho

Aqui está a lista de 2004, ao sabor dos humores… de Junho.
Há cinco novos discos na lista. Mécanosphére e Lata Dog entram para o mês que vem.

01 Wray Gunn “Eclesiastes 1.11″
02 Mão Morta “Nus”
03 Quinteto Tati “Exílio”
04 Hipnótica “Reconciliation”
05 Dead Combo “VOL.1″ (N)
06 Clã “Rosa Carne” (N)
07 Bunnyranch “Trying to Lose”
08 José Mário Branco “Resistir é Vencer”
09 Sloppy Joe “Flic Flac Circus”
10 A Naifa “Canções Subterrâneas” (N)
11 Gomo “Best of…”
12 X-Wife “Feeding the Machine” (N)
13 Mercado Negro “Mercado Negro”
14 Nicorette “Eternal Premiére”
15 Plaza “Meeting Point”
16 Ghost in the Machine “#2 (Humanize)”
17 Flux “Roulette”
18 Xutos & Pontapés “O Mundo ao Contrário” (N)
19 Plastica “The Red Light Underground”
20 Zen “Rules, Jewels, Fools”
21 Fonzie “Wake up Call”
22 Loto “The Club”
23 Tendrills “Gray Area Zone”
24 Repórter Estrábico “Eurovisão”
25 Ena Pá 2000 “A Luta Continua”

Os discos de Madre Deus, Bullet, Expensive Soul, d3ö, Terrakota, Rão Kyao, Peste e Sida, Aside, Easyway, The Temple, Norton, Da Weasel, Yellow W Van, Xeg, MatoZoo, Chullage, Pó d’Escrer, Jim Dungo, The Great Lesbian Show entre muitos outros, que agora não me recordo, não tive ainda o prazer de ouvir, falta-me algum tempo (€€€€€€€€).

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Junho 28th, 2004 | versão papel versão papel

NOVIDADES“The Atari Punks on Dope” – MOFO

(2004/Metrodiscos)

Hoje, 29 de Junho e 6 de Julho, pode adquirir-se com o BLITZ o álbum “The Atari Punks on Dope”, segundo álbum dos MOFO. Custa mais 7,50 €.

Sítio: www.mofoproject.com

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Junho 27th, 2004 | versão papel versão papel

CONCERTOS“Rock na Vila” em Vila de Rei

Que fim de semana. Que calor. Que raio. A trompa pousou em Vila de Rei no último sábado, dia 26 de Junho e assistiu ao segundo dia do “Rock na Vila”. Uma hora e vinte minutos depois do previsto, lá começou a festa, num espaço bem preparado mas algo despido de público. Findo o futebol a coisa animou e as massas lá foram aparecendo, a medo.

Big Fat Mamma

FREE.
De Braga para Vila de Rei, os 8 músicos dos Big Fat Mamma vieram com a intenção de dar espectáculo. Deram? deram. Mas foi assim tão bom? nem tanto, bem, depende. É uma questão pessoal, há coisas num concerto que não “vou muito à bola”. Lá iremos.
De modo geral, a voz forte e escaldante da carioca Alex Liberalli comandou todo o espectáculo bem acompanhada por uma banda que deu facilmente conta do recado. O resto é samba de Alex, vocalizando temas que vão do funk ao rock mais puxado, passando por melodias mais pop, caracterizadas por aqueles tons baladeiros e melodramáticos aos quais os brasileiros tão bem sabem dar vida (leia-se de telenovela). Foi um concerto onde a alegria foi uma constante.
Depois é animação, animação e minutos perdidos em interlúdios para apresentação dos artistas. Quando definitivamente a assistência começa a pular, ouve-se no meio do tema um “péra aí, péra aí, agora vou apresentar o baixista”, ao que este saca um solo de 30 segundos. Não bastando, o guitarrista tem direito a quase um tema de apresentação, no qual se desfaz num solo fastidioso, até presunçoso, diria. Enfim, não havia necessidade, perde-se muito tempo em interlúdios e apresentações (dá sempre aquela ideia de encher chouriços).
“Seus olhos” fez sucesso? claro!, “jogo de bola” fez sucesso? claaaaaaro! (mais uma bandeira desfraldada), depois foi “big fat mamma” até ao fim. Bom concerto. Animado com a excelente presença de Alex Liberalli.

The Legendary Tiger Man

E então, o público fugiu.
O som posto a rodar enquanto se preparava a bateria de Paulo Furtado, deixava antever o cenário que se seguiria. Algo deserto. O público fugiu, mesmo.
Foi sem dúvida o concerto com menos assistência, mas foi decididamente o mais mágico, principalmente para os resistentes, ainda umas boas dezenas. Ouvir e ver Paulo Furtado na pele de Tiger Man é será sempre uma experiência musical estraordinária. E foi. Agora, é natural que nem todos terão paciência para aguentar tal show de blues, rock e mais etc., é obvio!
O facto é que Tiger Man consegue facilmente dar um grande espectáculo, mesmo em condições tão adversas como aconteceu no último sábado: pouca gente, já tarde, colocado no alinhamento entre duas bandas de “pula pula”, enfim, não foi fácil, mas Tiger Man estava lá e cumpriu.
Grande, grande experiência, mesmo sem “Fuck Christmas…”(por promessa feita à mãezinha…).

Yellow W Van

No fim estacionou a carrinha amarela.
O público voltou em força, ainda em maior número do que aqueles que assistiram a Big Fat Mamma.
Em palco, os Yellow W Van fizeram o que deles se esperava, deram espectáculo. Diria mesmo que se vai confirmando o facto dos Yellow W Van serem portadores de um espectáculo bem interessante ao vivo. Agitam. Safam-se bem.
Se falarmos da música em si não há grandes novidades é verdade, o som está na moda e é facilmente assimilado pela malta jovem que curte a cena. Curto e directo. Com os Yellow W Van iniciou-se o mosh, definitivamente. Com “O que eu penso é o que eu falo” e “Panorama” então foi o extâse, ver aquela juventude aos saltos, assim, de pernas para o ar. Em extâse.
Quanto ao público, terá sido sem dúvida o concerto da noite. Os rapazes mereceram.

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Junho 27th, 2004 | versão papel versão papel

NOVIDADES“Cinema” – Rodrigo Leão

(2004/Sony)

Depois de “Ave Mundi Luminar” (1993), “Mysterium EP” (1995), “Theatrum” (1996), “Alma Mater” (2000) e “Pasión” (2001), “Cinema” é lançado hoje e inclui participações especiais de Ryuichi Sakamoto, Beth Gibbons, Helena Noguerra, Rosa Passos e Sónia Tavares.

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Junho 27th, 2004 | versão papel versão papel

NOVIDADESMécanosphère e Lata Dog

De um primeiro contacto com duas das novidades de 2004…

“Bailarina” – Mécanosphère (2004/Independent Records)
—> Poderoso, menos industrial mas mais intenso, assim pareceu depois de uma primeira audição.

“Lead The Way” – Lata Dog (2004/Different Star)
—> Amálgama incrível de influências…e formas de expressão. Numa primeira audição pareceu-me confuso!

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Junho 27th, 2004 | versão papel versão papel

DESTAQUEFestival de Música de Fafe 2004

::Bandas seleccionadas::

—Sexta-feira dia 2 de Julho 2004 – 21h30—
- Ardeluar – Porto
- Article 37 – Paços de Ferreira
- Sutzu – Loures
- Wefloat – V.N. de Gaia
- Vírus – V.N. de Gaia
- The Snails – Fafe
- Rosa Veloso – Fafe
- Aphelion Aphrodits – Matosinhos
- Beltane – Setúbal
- Human Slats – Figueira da Foz

—Sábado dia 3 de Julho 2004 – 21h30—
- Trash Against People in Town – Seixal
- Abstrakt Circle – Vila Franca de Xira
- Rock Box – Fafe
- Filipe Ribeiro – Cacém
- Rope – Matosinhos
- New Connection – Samora Correia
- Armadillo – Vigo (Esp)
- Rui & Sérgio – Fafe
- Sonar – Lourosa
- Snail – Porto

—Suplentes—
- Rendimento Mínimo – Barcelos
- Balbúrdia – Soure
- The Woami – Amadora
- Sol Vermelho – Agualva
- Spitout – Oliveira do Hospital

—Final dia 10 de Julho de 2004 —

Sítio: www.alien.pt

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Junho 27th, 2004 | versão papel versão papel

OBRIGADOProfessor Adácio Pestana

(21/06/1925 – 21/04/2004

É verdade, um dos posts de hoje homenageia o brilhante trompista português Adácio Pestana, infelizmente desaparecido no último 21 de Abril.
Assim, a 21 de Junho, data em que faria 79 anos, decorreu no salão nobre do Conservatório Nacional um concerto de homenagem ao Professor Adácio Pestana, “Em Memória de um Grande Músico” de seu título.
“Adácio Pestana tocou a sua trompa como solista na Banda da GNR e na Orquestra Sinfónica Nacional. Recebeu diversos prémios, entre os quais o prémio “Del Nero”. Fundou o Quinteto Nacional de Sopro. actuou em diversas orquestras como a Orquestra Gulbenkian, a Nova Filarmonia Portuguesa. Foi admirado por vários Maestros como Silva Pereira, Pedro de Freitas Branco, Stokowski e Stravinsky. Ensinou a arte da Música durante mais de 30 anos no Conservatório Nacional. Como Professor passou também pelo Conservatório de Setúbal e Academia de Musica Eborense.” (in http://adaciopestana.no.sapo.pt)

Sítio: adaciopestana.no.sapo.pt

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CONCERTOS|Quinta dos Portugueses em Beja

Junho 25th, 2004 | versão papel versão papel
24 de Junho, Quinta-Feira e de regresso a Beja fazendo jus à lei do eterno retorno.
Na noite mágica da luz, avivada pela alegria geral de um povo que saiu à rua em emoção e comoção (até em transgressão) viveu-se na Bejalternativa mais uma Quinta das Portugueses, mais uma vez organizada pela sempre activa Antena 3. Com a feira bem composta, o recinto ficou quase sempre aquém em termos de público. Merecia ainda mais.
Durante a amena noite alentejana, assistimos essencialmente à actuação de grandes “performers”, assistimos a bandas bem sustentadas por quem lhes dá voz, principalmente falando de Simão Praça (Plaza), Kaló (Bunnyranch), João Fino (ZEN) e Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta).
Mas vamos ao resumo:

Xeg

A festa abriu com Xeg. Abriu bem, com rimas agressivas que facilmente conseguiram envolver parte do público na sua mensagem. Com uma música assente mais na rima que no beat, pelo menos ontem este não se mostrou ser aquele fio condutor que a rima pede. Xeg deu um bom concerto. A actuação deu essencialmente para aquecer os ânimos (como se fosse necessário) e dar a conhecer o disco “Conhecimento 1978-2004″, editado este ano pela Matarroa.
Ainda que sempre dirigido a um povo muito específico, o Xeg cumpriu.


Plaza

Tinha alguma curiosidade em ver Plaza ao vivo. Confesso que não me animou fortemente, a batida está lá, a energia existe em quantidade suficiente para animar qualquer pista de dança mas a mensagem que passa é demasiado plastificada, pouco carnal. Não, não estou a bater no ceguinho da electrónica, mas ao vivo, ontem, o grupo pouco existiu. Os Plaza sabem-no, estrearam nova formação com mais um guitarrista e um baterista (aqui sim, onde este investe, nota-se alguma vida). Não está em causa o grande desempenho em palco de Simão Praça bem coadjuvado pelo mano, o facto é que quem esteve do lado de cá, pareceu-lhe estar a ouvir o disco.
Falta sangue a correr!


Bunnyranch

Se aos Plaza falta algum sangue, nos Bunnyranch há sangue mais. Nitidamente desconhecidos por terras do Sul, foram para a Trompa a grande sensação da noite e vencedores numa dura disputa com os ZEN e os Mão Morta. Pode-se até perguntar o que têm os Bunnyranch de diferente de outras bandas de rock’n'roll; pergunte-se. Para além de outros pormenores (uns mais pequenos outros maiores), a resposta termina invariavelmente em Kaló, baterista e vocalista dos Bunnyranch e um verdadeiro espectáculo dentro de outro espectáculo. Chegaram, viram e convenceram o povo alentejano. Em meia dúzia de temas (mais coisa menos coisa) despacharam uma actuação cheia de “power” e rock’n'roll onde não faltaram “liar alone”, “hungry” e “bunnyranch”.
Melhor actuação da noite com Kaló ao melhor nível.


ZEN

Depois de ouvir o último disco (poucas vezes ainda, confesso) confirmo a ideia que já tinha anteriormente depois de ver os ZEN no Festival Tejo há algum tempo atrás: os ZEN são muito melhores ao vivo do que em disco. Com um excelente “frontman”, a nova voz dos ZEN, João Fino transporta o grupo para uma demonstração poderosa do melhor rock que se faz por estas bandas. Entre temas dos vários momentos do grupo, o concerto decorreu positivamente com o grupo a conseguir envolver a assistência na sua sonoridade sempre poderosa. Boa onda.
Actuação bem positiva com destaque para a presença de João Fino.


Mão Morta

Já a caminho das 3 da manhã, chega o momento alto da noite.
Dificilmente se poderia ficar convencido com um concerto de Mão Morta com apenas 9 temas (como escolherão o alinhamento?). Não chega é pouco. É óbvio que os Mão Morta cumpriram e com distinção, “não sabem jogar mal” diz-se na gíria futebolística. O resto é frustração, de quem oferece e de quem recebe, por não ter tido a oportunidade de assistir a mais uma hora de concerto. Paciência, é o formato da Quinta.
O resto é música, arte a rodos: com um início mais sereno com “Em Directo (para a televisão)”, o rei pasmado do 5º Gume e “Gnoma”, começamos a acelerar com “Vertigem” do último “Nus”, para acabar em grande com as guitarras em estrondo de “Vamos Fugir”, “Lisboa” e “Cão da Morte”. No fim ainda deu para o encore com o assalto do 2º Gume e “1º Novembro”.
E pronto já está, directo e emotivo mas sem grande exaltação, Adolfo impôs como sempre a sua presença, parda e grande.

ACTUALIZADO

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Junho 25th, 2004 | versão papel versão papel

AUDIÇÕESPorta-CD’s para o fim de semana

Preparando um fim de semana que se afigura um pouco mais longo que o normal, preparei o porta-CD’s com alguns discos para a viagem. No final acho que saiu uma “grande selecção”:

:: Bunnyranch “Trying to Lose”
:: Mão Morta “Nus”
:: Zieben “Art_Kit”
:: Xutos e Pontapés “O Mundo ao Contrário”
:: Quinteto Tati “Exílio”
:: Dead Combo “VOL.1″
:: Wray Gunn “eclesiastes 1.11″
:: Clã “Rosa Carne”
:: A Naifa “Canções Subterrâneas”
:: X-Wife “Feeding the Machine”
:: Hipnótica “Reconciliation”
:: Kafka “Legacy”

É apenas um dos melhores, não esquecendo Mão Morta, Hipnótica, Wray Gunn, Dead Combo, Clã, Quinteto Tati, etc., etc., etc…:

“Fantôme – intro das waltz” – Kafka (2003/Opções/BorLand)

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NA TV|Ultra Sons na RTPN

Junho 24th, 2004 | versão papel versão papel

Na TV eu vi, com 1h40m de atraso e quase sem esperança eu vi:
- Primeiro, os Bunnyranch a bombar com videoclip de “Liar Alone” – pouca coisa a ressaltar, do vídeo;
- Segundo, The Ultimate Architects em volta da electrónica e a piscar o olho ao rock progressivo, um dia destes, disseram os TUA em entrevista;
- Terceiro, top 5 com os videoclips: 5º Dealema “Talente Clandestino”, 4º Clã “Competência para Amar”; 3º Mão Morta “Gnoma”; 2º Mourah “Butterfly” e o 1º Plaza “(Out) on the Radio”, novamente;
- Quarto, os videos para votação, que não variando muito, deu para reter Alla Polacca com “Wrong like Us”, Kafka com “Legacy”, Fat Freddy com “A Polka do Amor” e claro, Jorge Cruz com “Fado de uma Rua Qualquer”;
- Quinto, várias notícias eu vi…
- Sexto, já era, sem dor e com direito a agenda foi fim.

Sítio: www.ultrasons.tv

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Junho 23rd, 2004 | versão papel versão papel

DESTAQUEFestival Rock na Vila

Está tudo dito!
Toca a rumar a Vila de Rei, a entrada é livre e o povo merece!

Sítio: www.cm-viladerei.pt

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Junho 23rd, 2004 | versão papel versão papel

BREVESQuinta dos Portugueses na Bejalternativa

5ª feira e em viagem rumo ao Alentejo. Eternamente.
Bejalternativa é o objectivo e de caminho, já se vê…Quinta dos Portugueses no horizonte com Mão Morta, Zen, Bunnyranch, Plaza e Xeg.
A noite promete!

Sítio: www.bejalternativa.com

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RECORDAÇÕES|”Prima Donna” – Radar Khadafi

Junho 22nd, 2004 | versão papel versão papel
Lugar aos artistas: Luís Gravato (vozes), Tiago Faden (baixo), Guli (bateria), Fernando Pereira (guitarra), Luís Sampaio (teclados) e José Bruno (saxofone).
Só depois começa a festa, o início do bailarico ao som de uma dezena de temas que fizeram história nos meios mais atentos da altura. Canções como “Eu sei que não sou sincero”, “40º à sombra”, “Brigitte Bardot” ou “La calle” fizeram-nos andar uns tempos embalados. Assim embalados…
Os Radar Khadafi são a imagem pura de um pop caído de amores por um certo romantismo melancólico e meloso, ao mesmo tempo carregado de energia, paixão e ardor. Sempre afagados pelo balanço de dois corpos em sintonia (pelo desejo, geralmente), o sonoro que emana do disco convida ao suor. De afecto.
Recordação de várias tonalidades, do português ao francês passando pelo Castelhano, sempre com a mesma linguagem: do amor, da paixão de um certo calor feminino, de um certo anseio, de uma certa frescura…de uma sede de amar.
Como tudo o que é bom acaba depressa, os Radar Khadafi acabaram pouco tempo depois de lançar o disco.
Foi pena…

“Prima Donna” – Radar Khadafi (LP/1987/Polygram/Reed.CD/1998)

01 Eu sei que não sou sincero
02 Romance da sereia e do cupido
03 40º à sombra
04 Maria
05 Brigitte Bardot
06 Le rasoir qui tue
07 Balade de torero e danzarina
08 Roxy Roxy
09 Prima donna
10 La calle*

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Junho 22nd, 2004 | versão papel versão papel

AGENDA Galeria ZDB

:: Quinta 24 de Junho às 21h30 – experimental_sessions:
– Rute Praça (violoncelo);
– Rafael Toral (computador e luvas de controlo);
– Margarida Garcia (contrabaixo eléctrico);
– Manuel Mota (guitarra eléctrica)

:: Sexta 25 de Junho às 23h00 – Puget Sound

:: Sábado 26 de Junho às 23h00 – Bunnyranch

Sítio: www.zedosbois.org

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Junho 22nd, 2004 | versão papel versão papel

SÍTIO DA QUINZENAOutStanding

Nada tem a ver com o sítio, infelizmente.
Nem me apeteceu postar sobre o sucedido…mas decidi-me.
É apenas uma pequena homenagem.
Até sempre…Carlos Nunes

Sítio:outstanding-official.com
Sítio:nortonmusic.blogspot.com

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Junho 21st, 2004 | versão papel versão papel

AUDIÇÕES MP33 sons 3 experiências

1. Almaplana “Astrolábios”
Viagens pelo mundo em torno de uma guitarra, violinos e contrabaixos. Uma voz diferente.Ouvir

2. Allen “Revolution 2″
André Anjos na Guitarra, Piano, Teclados, Baixo, Bateria, Scratch e todos os outros intrumentos…experiências em volta de um metal mais ou menos experimental.Ouvir

3. Murmúrio Monótono da Máquina “Spain”
De composição heterogénea e raízes alternativas, um som fundado num rock experimental e criador de ambientes melancólicos.Ouvir

Almaplana

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Junho 21st, 2004 | versão papel versão papel

VIDEOCLIP“Fading for You” – Wipeout

Com a edição de “Eyeball Dilemma” em 2003 pela Cerberus Records, os Wipeout deram-se a conhecer ao mundo luso. Naturais de Viseu, o grupo composto por Helder Ferreira (voz e guitarra eléctrica), Filipe Soares (baixo), Pedro Vale (bateria e voz), Jorge Costeira (guitarra eléctrica e voz) e Amadeu Bragues (guitarra acústica) tem no rock a sua grande força motriz. Apenas rock.
Sacado do álbum em referência, podemos ver AQUI o vídeo do tema “Fading for You”.

Sítio:www.cerberusrecords.com

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