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O disco chama-se “Sem Dor Nem Piedade” e é o terceiro álbum do fadista eborense, Duarte. Um disco que é uma muito boa surpresa. Eis algumas palavras do próprio sobre si e sobre o seu novo disco:

Numa frase apenas, quem é Duarte?
Fadista aspirante a “Escorpião Relacional”.

Um adjectivo que caracterize a música de Duarte?
Contemporânea.

Porquê o título de “Sem Dor nem Piedade” para o novo disco?
Porque para com dor e piedade já nos chegam os dias que vivemos.

Em duas ou três linhas, como se caracterizaria o novo disco?
Um disco temático/conceptual de fados para uma relação acabada em quatro actos. Um melodrama fadista. A história arrumada de um fim.

Qual a faixa que melhor encarna o ‘espírito’ de “Sem Dor nem Piedade”? Porquê?
Quadras de A6 e de A2. A música dum fado tradicional que se casou com uma letra de abandono, culpa e raiva. Uma viagem de autoestrada descrita nas notas de um smartphone.

Uma razão muito forte para ouvir o novo disco?
Desejo de reinventar.

O que esperar de Duarte ao vivo?
Entrega, autenticidade e servidão relativamente às coisas cantadas/contadas.

Como vão ser os próximos tempos de Duarte?
Espero que entre concertos, viagens, amigos e dias felizes.

[OUVIR]

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