Posts tagged ‘Urban Tales’

VIDEOCLIP|”Prison Inside” – Urban Tales

Março 31st, 2008 | versão papel versão papel

Num exclusivo da Hardsound TV, os Urban Tales estrearam há minutos o videoclip para o tema “Prison Inside”, do excelente “Diary of a No” (Burning Star Records, 2007).



som “Diary of a No”.

tipo Metal
sítio www.theurbantales.com

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EM DIRECTO|Com Urban Tales

Janeiro 31st, 2008 | versão papel versão papel

Ainda com o recente e excelente “Diary of a No” como motivo, os Urban Tales responderam a algumas perguntas d’a trompa:

a_trompa: Quem são os Urban Tales? de onde vêm e para onde vão?
Marcos – Os Urban Tales são um grupo de pessoas que se quer fazer ouvir pela música. Desta maneira contar histórias e transmitir uma mensagem.
Tiago (para onde vão) – Os Urban Tales irão sempre para e até onde nos deixarem ir. Temos como objectivo chegar a todos, passar a nossa mensagem, os nossos sentimentos, as nossas canções.

a_trompa: Numa frase apenas, como caracterizam o som da banda?
Tiago – Sentimentalmente pesado e melódico ao mesmo tempo…
Jota – Intenso, envolvente, poderoso.
Marcos – Não consigo, sinceramente não. Eu pessoalmente criei uma denominação estranha – Rock Metal depressivo…Ou será que já inventaram isto também??? Bem ao fim e ao cabo, já tudo foi inventado por isso, é só mais um nome. Mas a música dos Urban Tales não é para pessoas que se encontrem num estado de espírito bom…Feliz…São demasiado depressivas para isso.

a_trompa: A vossa maqueta de 2006 foi recebida de uma forma bastante positiva; foi para vocês uma surpresa tal nível de aceitação?
Marcos – Foi surpresa ver que pessoas tão grandes no meio da música a nível internacional tenham tomado atenção aos Urban Tales e de forma muito positiva. Agora, achava, senão tinha a certeza, que a demo era algo de bom e que podia dar frutos. Confiava plenamente naquelas músicas, assim como sempre, mas sempre confiei nas novas que iriam para o álbum… A prova agora está diante de todos…

a_trompa: Mais recentemente, têm recebido críticas extremamente positivas ao novo álbum “Diary of a No”; que principais razões encontram para tal resposta?
Marcos – A única razão e se calhar, a mais importante, é o facto das músicas serem boas. Sem isso, podes enganar muita gente, mas não público. O nosso álbum está a vender bastante bem e mais que isso a critica está certa de que é um dos trabalhos de 2007 com maior valor… Podíamos ter umas carinhas bonitas, mas se as músicas não fossem boas, o álbum não estaria a ter a força que tem na Europa e mesmo em Portugal onde cada vez mais o nosso leque de fãs cresce.
Jota – Em relação à maquete, o que mais surpreendeu foi a amplitude obtida, o facto de ter chegado a tanta gente com níveis de aceitação tão positivos! Relativamente ao álbum, as críticas positivas são o coroar de longos e árduos meses de trabalho, a limar todas as arestas possíveis e imaginárias a todos os níveis..acreditamos a 150% naquele conjunto de temas e é muito bom ver que o público e a critica reconhecem valor ao nosso trabalho! É extremamente gratificante! Estamos felizes:)
Tiago – Sinceramente o álbum fala por si só. É um trabalho extremamente bem conseguido a todos os níveis, musicalmente, esteticamente, ao nível da produção e até da embalagem e conteúdos oferecidos (DVD). O desafio aqui é mesmo conseguir dá-lo a conhecer a toda a gente. Assim que chega às pessoas, o resto acontece naturalmente.

a_trompa: O que esperam que as pessoas retirem da audição do álbum “Diary of a No”?
Marcos – Que se vejam em algumas histórias. Que tirem partido do que lhes é contado em cada música e que saibam que por mais baixo que um dia possamos estar, há que acreditar pois tudo dá uma volta incrível. Para muitos eu sou a prova disso. Mais que tudo, este álbum, apesar de negro e com uma carga dramática enorme, é um trabalho que pretende reflectir esperança.
Tiago- Prazer, acima de tudo que sintam prazer em ouvir algo que foi feito como muita dedicação e muito empenho, algo que contem um pouco de cada um de nós e que reflecte uma realidade, um dia a dia muitas vezes semelhante ao das pessoas que nos ouvem e que connosco se identificam.

a_trompa: Para quem não vos conhece, que sensações se podem esperar dos concertos de Urban Tales?
Marcos – Os concertos da banda têm de ser (se nos deixarem), o culminar de quem ouviu o álbum. Quero, e digo-o com toda a franqueza, que quem um dia vá a um concerto dos Urban Tales saia do mesmo com algo mais. E se pagaram para isso, mais responsabilidades a banda sente nisso. Os nossos concertos tendem a ser algo onde o sentimento e o ambiente intimista são dominantes. Pelo menos espero que esta seja a meta a alcançar, uma coisa tenho a certeza, quem já viu os UT ao vivo sabe que a banda procura algo mais… Não somos os Pink Floyd (infelizmente), mas com os nossos meios lá tentamos surpreender os espectadores.
Jota – Somos ambiciosos…tentamos, sempre que possível, aliar uma componente cénica à nossa música..é uma questão de estimulo sensorial, despertar os sentidos, oferecer algo mais aos fãs…para alem disso gostamos muito de tocar ao vivo, de rockar, entrar em comunhão com pessoal que gosta da nossa música e nos vai ver…junta as duas coisas e multiplica por 10…temos ai um concerto de Urban Tales!Mas mesmo assim acho que estas palavras não descrevem totalmente o que quero dizer…o melhor é mesmo ver para crer…:)

a_trompa: Portugal é um país pequeno para um projecto como os Urban Tales?
Tiago – Portugal é o que é, é o nosso “cantinho” e isso diz tudo. Fizemos questão de editar o álbum no nosso país, contra ventos e tempestades que foram surgindo. Por estranho que pareça, é muito mais fácil lançar o álbum no MUNDO INTEIRO do que em Portugal. De resto penso que o público Português é-nos favorável, são fiéis e dedicados, ainda que em números pouco expressivos quando comparados com países como os do Norte da Europa onde o nosso tipo de som já tem um trajecto de décadas marcado, e conta por isso com um público mais numeroso.
Marcos – Não, e a Legião que se mostra a apoiar a banda é cada vez mais sinónimo disso. Acredito que Portugal possa ser o primeiro ponto de partida para irmos mais além… Se calhar é mais difícil, porque em vez de nos abrirem portas certas pessoas fecham-nas em prol do que vem de fora. Mas disso já estamos calejados e sabemos que é uma das metas a vencer e do qual, na minha opinião estamos a passar bem por cima.
Jota – Como todas as bandas temos sonhos e objectivos pelos quais lutamos, e não vamos negar que a “internacionalização” é um deles…De forma muito sincera e sem falsos moralismos, espero que Portugal seja um pais pequeno para os Urban Tales…queremos chegar a um sem número de pessoas e de culturas…isso implica reconhecer que o nosso país é apenas uma pequena porção dessa montra global na qual gostávamos de colocar a nossa música.

a_trompa: O que podemos esperar dos Urban Tales nos próximos tempos?
Tiago – Neste momento interessa-nos promover este nosso diário (diary of a no) e levá-lo ao maior número pessoas possível. Queremos crescer como banda, queremos afirmar-nos junto dos melhores e trabalhamos todos os dias para que o “diary of a no” seja apenas o primeiro de uma carreira.
Jota – Promoção!!!Do disco, “Diary of a no”, dos singles (“Farewell”, a passar nas rádios e tv)…!AH e muitos concertos, sem sombra de dúvida..Venham ver-nos ao vivo, vai valer apena…Ride on:)!
Marcos – Tudo isso e um novo álbum mais pesado e mais dramático…

som Urban Tales.

foto de Urban Tales
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TROMPALISTA|030 – Urban Tales – “Diary of a No”

Dezembro 29th, 2007 | versão papel versão papel

030 - Urban Tales - Diary of a No

tipo Metal

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OLHARES|”Diary of a No” – Urban Tales

Dezembro 20th, 2007 | versão papel versão papel

Quando tudo parece morar no sítio certo, qual consciência do peso e da medida certa das coisas; eis “Diary of a No”.
Iniciada a viagem com “Prison Inside”, desde logo percebemos ao que vêm os Urban Tales – sem mistérios. Não, que não o soubéssemos já – a aclamada demo de 2006 já apontava nesse sentido, mas sim pelo excelente trabalho de produção que palpita logo aos primeiros acordes de “Prison Inside”. Depois, aparece o já mais rodado “In Purity” e aí, tudo se confirma, sem ponta de dúvida. Bem mergulhados num rock/metal de tez gótica, a beleza de “Diary of No” mantém-se inalterada, tema após tema.
A esta altura, já se terá percebido que os Urban Tales não defraudaram ninguém, muito pelo contrário, “Diary of a No” é um disco de inegável qualidade; desde logo, pelo prazer fácil que é suscitado pela sua audição. O que se ouve, é um conjunto de 10 malhas envolventes, incrivelmente harmoniosas, resultado de um som encorpado, adocicado, capaz de nos penetrar os ouvidos, sem licença, e por lá ficar, a matutar. Sem nunca renegar a sua história e influências, é a unicidade de todo um corpo instrumental, a forma como todas as peças se conjugam numa só, que transforma o disco dos Urban Tales numa experiência até ‘pop’ verdadeiramente irresistível. Depois, é como completam este cenário com as suas histórias feitas de sentimentos, histórias de uma mágoa que se estende no tempo, expectante, numa lenta e insistente tristeza. São estas que dão o toque final a todo o trabalho melodioso dos Urban Tales. Uma melancolia que faz a felicidade.
Excelente trabalho, ao qual não será alheia a participação de múltiplos convidados, como Melo D, Johny Icon (Icon and the Black Roses), André Brito (Adore), Tiago Hollow (Witchbreed), Jon Van Dave (Shadowsphere), Luís (Enchantya). A saudada produção é de Bruno Fingers, Ricardo Espinha e Marcos César.
Excelente, outra vez…

som Ouvir alguns dos sons de “Diary of a No”.

capa de Diary of a No
“Diary of a No” – Urban Tales (Burning Star Records, 2007)

01 Prison Inside
02 In Purity
03 The Rise
04 You’ll Never Know
05 Fade Away
06 Stronger
07 Fall
08 Crawl
09 Until I Died
10 Farewell

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À ESPERA|"Diary of a No" – Urban Tales

Agosto 20th, 2007 | versão papel versão papel
Já há data de lançamento para o aguardado álbum de estreia dos Urban Tales: 15 de Outubro.
Nas palavras da própria banda, o novo disco “é definido como um trabalho arriscado e ambicioso, coberto de tristeza e melancolia e que se espera que fique cravado na alma de quem o ouve” (press-release).
O novo disco vai chamar-se “Diary of a No” e contará com a produção de Bruno Fingers, Ricardo Espinha e Marcos César. Entre os convidados, contam-se nomes como Melo D, Johny Icon (Icon and the Black Roses), André Brito (Adore), Tiago Hollow (witchbreed) e Jon Van Dave (Shadowsphere), entre muitos outros.
Lançado em Portugal pela Zona Música e pela Recital, o álbum será distribuído no resto do mundo pela Burning Star Records.

som Ouvir alguns sons de Urban Tales.

poster promo de Diary of a No
tipo Metal/Gótico
sítio www.theurbantales.com
sítio www.youtube.com/urbantales
sítio theurbantales.hi5.com
sítio www.zonamusica.pt
sítio www.myspace.com/recitalrecords

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