Depois de um surpreendente “Music Box (Fado em Concerto)”, editado em 2006 pela Universal, Yolanda Soares regressa em 2010 com um novo disco; uma nova aventura; uma nova surpresa. São 14 os novos temas incluídos em Metamorphosis”:

Provando a sua versatilidade, classe e talento, Yolanda Soares colocou em “Metamorphosis” temas como “A quem pertenço?”, que expressa a rebeldia própria de quem não vive em compartimentos estanques e recusa ser catalogada num mundo de fusões e multicultural, “Kéni Inderò”, um tema onde a língua utilizada é inventada e espelha o que as crianças dizem e sentem quando dão os primeiros tropeções na aprendizagem da língua materna ou “Olissipo”, uma canção dedicada a Lisboa à beira do Rio Tejo que banha uma capital com uma luz única, cidade de mil facetas, antiga, moderna, romântica, sensual, de sete colinas. Um retrato de Lisboa e de Yolanda Soares, uma mulher guerreira e lutadora, meiga e romântica.
Impressionante de versatilidade, de mundialidade, ao apostar nos temas cantados em inglês, italiano e alemão, de fusão de estilos e de não conformidade, “Metamorphosis” é um trabalho excelente que será uma verdadeira pedrada no charco e que deixará bem assinalada a sua marca na história da música portuguesa.
” (1) (Ver nota em baixo)

Uma viagem feita de fusão; entre o clássico e o contemporâneo, entre o popular, o rock e a electrónica. É “Metamorphosis”.

Ouvir Yolanda Soares

capa de Metamorphosis
“Metamorphosis” – Yolanda Soares (By the Music, 2010)

género: fusão
www.yolandasoares.com
www.bythemusic.pt

NOTA: Alvo de conhecida discussão entre duas partes e não tendo nem querendo assumir este blog qualquer posição, sente-se pelo menos na obrigação de dar a conhecer as duas posições. A primeira já se conhece, está em cima, a segunda faz duas alterações ao texto supracitado:

1) “…“Kéni Inderò”, um tema do autor Anglo-Luso, Alex Fan Moniz onde a língua…”

2) “…nos temas de Alex Fan Moniz cantados em inglês…”

By Rui Dinis

Rui Dinis é um pai 'alentejano' nascido em Lisboa no ano de 1970, dedicado intermitentemente desde Janeiro de 2004 à divulgação da música e dos músicos portugueses.

101 thoughts on ““Metamorphosis” – Yolanda Soares”
  1. Então vamos lá…

    Por norma não apago comentários. Não me recordo sequer de alguma vez o ter feito. O que também não implica que não o venha um dia a fazer. E se um dia o fizer, essa será exactamente a expressão da mesma liberdade que fez com que não tenha até hoje eliminado um comentário n’a trompa. Mas não é só por uma questão de liberdade de expressão; aliás, nem esta pode servir para sustentar faltas de respeito, calúnias ou outras que tais. Às vezes confunde-se isto. Já ambos os lados o confundiram aqui. A verdade é que em vez de remover comentários prefiro claramente a discussão, conferindo a cada visado o elementar direito de resposta. Foi o que se fez até aqui. E em boa verdade, também ninguém pediu a remoção dos comentários – é importante referi-lo.
    Sobre o assunto em discussão nada tenho a dizer; que fique claro. E não tenho porque não possuo informações concretas sobre ele e porque nem sequer me interessa. Não sendo propriamente um ancião também já não vou para novo – já são algumas décadas, daí que já tenha de ser algo selectivo nas coisas com que ocupo o cérebro. Sobre Yolanda Soares e sobre o álbum “Metamorphosis”, e não sendo um especial apreciador do estilo de música da artista, apenas sei que gostei do promo CD que ouvi. Não conheço o álbum.
    Em resumo, acho que está na hora de colocar um ponto e vírgula neste assunto. Sem avançar, efectivamente, a discussão tem continuado, querendo e parecendo ambas as partes ter razão. Não sei se têm. O que sei, e está bom de ver, é que nada mais há a comentar neste post; pelo menos de interessante. Acho que está na hora de dar o passo seguinte mas fora deste meu pedaço. Presumo eu. Os advogados estão em campo, virtuais ou não, é altura dos tribunais decidirem o que tiverem de decidir. Apenas espero que, dum lado e doutro, quando tal for necessário, se tal vier a ser necessário, saibam abandonar as suas máscaras, proporcionadas pela Internet, e assumir com frontalidade as palavras que aqui foram escritas. Que tudo se resolva a bem. Sinceramente.
    Os comentários não vão ser apagados, apenas vai deixar de ser possível comentar. Só isso. Qualquer coisa, chutem para blogatrompa@gmail.com.
    De resto, viva a música portuguesa!

    Rui Dinis

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