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Foda-se. Mete-se isto a rodar e começa com a melhor ginga de sempre. “What U’ll Find” tem a cara de música que procuramos. Riff de balançar o corpo, batida de te fazer sair do chão, voz louca para levantar o braço na direção das colunas.

O volume de estudo segue, “Scream#337”, aos berros de riffs e de insanidade. É um ultimato da Máfia da Demência à tua paz interior. A lavagem cerebral está feita. Odeias, “Haters Spend More”, só te apetece dizer palavrões de prazer. Não é sexo, é foda e todo um mundo de dores de pescoço. Acaba sujo. Houve porrada e é preciso limpar o chão. “Blood In Veins” limpa mas deixa aqueles restos de cabelo agarrados à vassoura. Não aguentas se és fraco. Esticas a cara e berras. Chegas ao fim do volume e o Gon tomou conta dos teus pensamentos.

“Vol. 1” é daqueles volumes que já estavamos há muito à espera de reencontrar no nosso mundo do suor. Soa a manifesto. O manifesto da perseverança de quem sabe da guerra que isto do underground é e do “deixem de ser punheteiros”. Uma lição para os miúdos.

A K7 de Plus Ultra marca o regresso da banda, a estreia nas edições e também o regresso da Tapes, She Said. A partir de agora lançaremos uma série de edições limitadas (100 cópias) e outras limitadíssimas (20 cópias) das pessoas que nos rodeiam, dos amigos de longe e também de quem nos visita. A Tapes, She Said renasce assim na companhia da Dobra que assume a parte gráfica de Vol.1 e que marca o inicio de uma nova colecção da qual revelaremos pormenores posteriormente. [OUVIR]

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