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Ontem foi no Porto, hoje é em Lisboa. É a apresentação ao vivo do homónimo álbum de estreia das Pega Monstro.

O duo das intrépidas manas Maria e Júlia Reis, pontas de lança da jovem editora Cafetra Records, também casa dos Passos em Volta ou dos Kemo Ameba, tem vindo a arrebatar adolescentes e universitários país fora, com concertos DIY no Liceu Camões ou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, passagens em festivais de verão independentes no ano passado como o Milhões de Festa (Barcelos) ou o FMI (Braga), e a derreter corações de trintões e a montante que viveram o tumulto geracional das Pinhead Society e da editora Bee Keeper, vagos laços de ternura quase década e meia depois com quem o gangue da Cafetra parece oferecer e evocar. A música e ressonância social das Pega Monstro parece vir de um sítio onde o importante é começar cedo a desbravar território por explorar, em som e lírica em português, e em comunhão com as pessoas e a audiência que vão acolhendo e conquistando, estando o rock sempre ao serviço de pioneiras desta envergadura.” (nota de imprensa)

O álbum de estreia das Pega Monstro foi produzido por B Fachada. A edição é da Cafetra Records, com distribuição assegurada pela Mbari.

Ouvir “Pega Monstro”

capa de Pega Monstro
Pega Monstro – “Pega Monstro” (Cafetra Records, 2012)

| ROCK |
cafetrarecords.blogspot.com

2 COMENTÁRIOS

  1. Grande Aníbal
    Não se aborreça. Há quem goste, há quem não goste e assim é que é bonito. A trompa gosta é de informar, depois cada um que tire as suas conclusões.É o que foi feito neste post.
    Volte sempre!

  2. É triste estar uma notícia sobre esta banda neste site. Para mim a trompa acaba de perder grande parte da credibilidade que tinha. B Fachada é uma merda e Pega Monstro também. Como é que se pode dizer bem disto?

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