Posts tagged ‘Mandrágora’

Música ao vivo na Jo-Jo’s Music/Cdgo.com

Novembro 14th, 2009 | versão papel versão papel

Depois dos norte-americanos Swell, prosseguem hoje, com os Smartini, os concertos no remodelado auditório da Jo-Jo’s Music/Cdgo.com (Porto). Eis o  belíssimo cartaz para o que falta do mês de Novembro:

Smartini | 14 Nov | Sáb | 17h30
Aquapqrque | 20 Nov | Sex | 17h30
Mandrágora | 21 Nov | Sáb | 17h30
Nuno Prata | 28 Nov | Sáb | 17h30

A entrada é livre.

Download grátis da compilação Cdgo.com

foto de Smartini
• Smartini

www.cdgo.com

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DESTAQUE|Festival Tonalidades 09

Maio 18th, 2009 | versão papel versão papel

Está mesmo aí a segunda edição do Festival Tonalidades. O evento decorre entre 22 e 23 de Maio, sexta-feira e sábado, sempre às 21h30. Pelo Auditório de Espinho vão passar os nomes de Dead Combo, Mandrágora, Norberto Lobo e Azevedo Silva. Que rico cartaz:

22 de Maio, Sexta-feira
Dead Combo + Mandrágora

23 de Maio, Sábado
Norberto Lobo + Azevedo Silva

Excelente!

fotos de artistas
sítio

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SPEEDSOUNDS|Moonspell, Nigga Poison, a Jigsaw, Namek, Mandrágora…

Março 18th, 2009 | versão papel versão papel
Há novos sons on-line para ouvir:

foto de Mandrágora
> Mandrágora

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TROMPALISTA|Edições World 2008

Janeiro 11th, 2009 | versão papel versão papel

A mesma trompalista 2008 de sempre – outra vez, hoje só com discos da world music… a nossa e a outra.



(01) 017 Mandrágora, Escarpa, Hepta Trad
(02) 040 Kumpania Algazarra, Kumpania Algazarra, Edição de Autor
(03) 057 Melech Mechaya, Melech Mechaya, Edição de Autor
(04) 071 Mu, Casa Nostra, Edição de Autor
(05) 073 Tucanas, Maria Café, Farol
(06) 097 Rão Kyao & Yanan, Porto Interior, Fundação Jorge Álvares

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TROMPALISTA|017 – “Escarpa” – Mandrágora

Dezembro 30th, 2008 | versão papel versão papel

tipo Folk
som Mandrágora
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EM DIRECTO|Com Mandrágora

Maio 13th, 2008 | versão papel versão papel

A surpreenderem mais uma vez com o seu novo álbum, “Escarpa” (Hepta Trad, 2008), os Mandrágora deixaram-nos por aqui algumas respostas:

a trompa: O que move os Mandrágora?
Mandrágora: A nossa motivação principal é fazer música instrumental, composições da nossa autoria que reflectem a vivência musical de cada um dos elementos do grupo. Move-nos essencialmente um gosto muito grande por música de conjunto: apresentar ideias, trabalhá-las, direccionar o nosso trabalho de composição para que o resultado seja do agrado de todos os elementos, fazer música original sem estar balizada por géneros (folk, rock, jazz, etc). Deixar a música fluir e revelar-se por si mesma! .

a trompa: Foi para vocês uma surpresa, as críticas positivas que receberam ao primeiro álbum? Em jeito de balanço, o que acham que cativou as pessoas?
Mandrágora: O que cativou as pessoas terá sido a nossa maneira diferente de conciliar as músicas tradicionais e modernas, porque já toda a gente ouviu montes de fusões superficiais, do tipo melodia tradicional com batida techno ou guitarras com distorção, mas a nossa fusão está na própria concepção das melodias. Ouve-se uma frase e não se consegue identificar de onde aquilo vem. Sabíamos que essa sensação de estranheza ia atrair algumas pessoas, mas ficamos muito surpreendidos, por exemplo, com a atribuição do Prémio Carlos Paredes.

a trompa: Sentiram de algum modo – até pela forma como o vosso 1º disco foi recebido, a chamada ‘pressão do 2º álbum’? Como correram as gravações?
Mandrágora: Houve alguma pressão, mas não mais do que em qualquer outra gravação ou concerto, porque tentamos fazer sempre o melhor que nos é possível. Sabíamos que havia algumas coisas a melhorar face ao primeiro disco. Houve a preocupação de o tornar ritmicamente mais intensos e com mais pujança sonora. No geral, podemos dizer que as gravações correram bem, graças ao trabalho e paciência do técnico Joaquim.

a trompa: “Escarpa” parece querer continuar um trabalho de alguma experimentação, de alguma evolução dentro do campo da música tradicional portuguesa. É correcta esta ideia? Isto é para vocês um objectivo?
Mandrágora: Pode-se dizer que se continua o caminho de experimentação que já vem sendo percorrido desde o primeiro disco, mas não dentro da música tradicional. Mas não somos um grupo de música tradicional, apenas temos a música tradicional como uma das nossas maiores referências, e usamos alguns instrumentos tradicionais de vários países (Portugal, Suécia, Espanha, Irlanda) para fazer a nossas composições. O nosso objectivo é fundir estes instrumentos com outros mais representativos de outros géneros musicais, como o violoncelo e a guitarra clássica, o baixo eléctrico, o saxofone e bateria. Não temos pretensões de fazer evoluir a música tradicional portuguesa pois não a fazemos.. tentamos sim, sempre que possível, criar um som novo e isso é um objectivo nas nossas composições.

a trompa: Como olham o actual panorama da música tradicional – e semelhantes – portuguesa?
Mandrágora: Está a evoluir a olhos vistos, estão muitos projectos a aparecer e outros a lançar novos discos, vivemos um bom momento actualmente, com muita fartura!

a trompa: Podem levantar o véu sobre o concerto de apresentação de “Escarpa”? Há alguma surpresa guardada para o dia 9 de Maio?
Mandrágora: Sim temos algumas, mas se dissermos agora deixarão de ser surpresas.

a trompa: Como caracterizam vocês o novo álbum “Escarpa”?
Mandrágora: Um álbum diferente do que actualmente se pode encontrar, com musicas originais e instrumentos diferentes do que, normalmente, costuma ser nosso apanágio.
Um álbum cheio de força e na senda de conquistar um lugar na música portuguesa.

a trompa: O que podem esperar as pessoas que vos forem ver ao vivo?
Mandrágora: Muita música instrumental, alguma cantada e boa disposição como de costume.

som Mandrágora


> Foto: Jorge Casais

tipo Folk
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OLHARES|”Escarpa” – Mandrágora

Maio 5th, 2008 | versão papel versão papel

Uma ansiedade tornada realidade; a realidade da novidade. É hoje editado o novo álbum dos portuenses Mandrágora.
Três anos depois do surpreendente “Mandrágora” (Zounds, 2005), os mesmos Mandrágora mostram finalmente o sucessor desse magnífico primeiro álbum; o novo chama-se “Escarpa”. Não, que fosse imperativo provar o que quer que fosse, no entanto, os Mandrágora fizeram questão de voltar a afirmar porque são um dos projectos mais criativos e originais na área da folk nacional. Os artistas, esses, são Filipa Santos (flautas, saxofone e gaita-de-foles), Ricardo de Noronha (bateria e percussões), Pedro Viana (guitarra clássica), João Serrador (baixo) e Sérgio Calisto (guitarra 12 cordas, violoncelo, nyquelarpa, moraharpa e bouzouki). É de arte que falamos.
Sem nunca esconderem as raízes folk que orientam a sua música – nem faria sentido, em “Escarpa”, os Mandrágora encetam uma estonteante correria ladeira abaixo – íngreme, numa velocidade tal, que leva atrás de si um mundo de paixões; não são só tradicionais, tem paixões rock pelo meio – bateria e baixo ajudam , tem uma paixão jazz a olhar de soslaio – com um saxofone em devaneio, tem toda uma nova forma de transformar o presente, mostrando-nos como o futuro pode ser feito de uma luz ainda mais forte que a do presente. É isto que os Mandrágora fazem com grande arrojo, numa reinvenção constante, num deambular experimentalista pelo que o folk permite, experimentar. “Escarpa” permite-nos ser surpreendido a cada faixa.
“Escarpa” é uma explosão; deflagração impulsionada por uma riqueza instrumental única, absorvida por arranjos diferentes, complexos, bem sucedidos na combinação instrumental que é todo o desenho sonoro do grupo. Ao baixo e à bateria, junte-se ainda o trabalho central da guitarra, a magia da gaita-de-foles e das flautas, a diferença do violoncelo, da moraharpa e da nyquelarpa; junte-se ainda o acordeão diatónico de Simone Bottasso, a sanfona de Matteo Dorigo e as vozes de Francisco Silva – também na guitarra – e de Helena Madeira. “Escarpa” é de uma excelência instrumental.
Composto na sua totalidade por temas originais dos Mandrágora – excepto o tradicional da Beira Baixa “O Que Calma Vai Caindo”, “Escarpa” é verdadeiramente luminoso no seu todo, na forma como a produção conseguiu dar à luz tamanha originalidade. É ténue o cruzamento da folk com algumas outras ideias, como o já referido rock, tão ténue que a torna única. Sobre o primeiro disco do grupo, disse-se por aqui em tempos que este era “tradição, inspiração, revolução. A música tradicional nos Mandrágora não é um fim é apenas um meio; não é o resultado, é apenas o processo para uma nova visão da música tradicional; uma visão mais criativa, mais actual.” (1); como tudo continua a fazer sentido; ou mais sentido ainda, num caminho que os Mandrágora continuam a trilhar com toda a segurança e criatividade.
“A raiz que se plantou no início, agora se fez formoso arbusto… ” (1); a plantar magia desde 1999.

som Mandrágora.


“Escarpa” – Mandrágora (Hepta Trad, 2008)

01 Candelaria
02 Picões Do Diabo
03 Baile Do Escangalhado
04 Cubo
05 Mija Velhas
06 Abaixo Esta Serra
07 Erva Moura
08 O Que Calma Vai Caindo
09 Escancaras
10 Odelouca
11 Malagrado
12 Tardo
13 Turbilhão

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À ESPERA|”Escarpa” – Mandrágora

Abril 3rd, 2008 | versão papel versão papel

Com alguma ansiedade…
Depois da ‘antevisão‘ ao novo “Escarpa” (Hepta Trad, 2008), feita aqui pelo próprio grupo, os tripeiros Mandrágora têm já disponível no seu MySpace um tema de avanço para o novo disco; “Candelária” de seu título. O sucessor de “Mandrágora” (Zounds, 2005) tem saída prevista para 5 de Maio.
Daqui a um mês; mais coisa, menos coisa.

som Mandrágora.

[ D ]
(clique na imagem para ampliar)

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ANTEVISÃO|”Escarpa” – Mandrágora

Fevereiro 13th, 2008 | versão papel versão papel

Depois de um excelente e premiado primeiro álbum, o homónimo “Mandrágora” (Zounds, 2005), os tripeiros Mandrágora preparam já o lançamento do seu segundo disco; vai chamar-se “Escarpa” e tem saída prevista para 9 de Maio. O maestro solicitou algumas palavras sobre o novo disco…

Título: Escarpa
Editora: Hepta Trad
Data de Edição: 9 Maio

Depois da senda pelas raízes folk, que serviram de inspiração ao 1º disco dos Mandrágora, o novo “Escarpa” segue um caminho mais urbano numa explosão de ideias progressivas com salpicos de Jazz e vórtices de Rock. As músicas são curtas e densas com melodias rápidas na gaita de foles, muita improvisação ao saxofone e um baixo e bateria intensos. O conjunto é enriquecido com originais arranjos de guitarra e pela introdução de instrumentos de arco como o violoncelo a moraharpa e a nyquelarpa. Além da composição instrumental conjunta, “Escarpa” conta com a participação internacional de Simone Bottasso no acordeão diatónico e de Matteo Dorigo na Sanfona, e da participação nacional de Francisco Silva na voz e guitarra e de Helena Madeira na voz.
A raíz que se plantou no inicio, agora se fez formoso arbusto…
“.

…de ficar com água na boca.

live 28 Fevereiro (22h), no Auditório Centro Cultural, Chaves.
som Mandrágora.


“Escarpa” – Mandrágora (Hepta Trad, 2008)

tipo Folk
sítio www.mandragora.com.pt

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VIDEOCLIP|Vídeo Promocional dos Mandrágora

Abril 30th, 2007 | versão papel versão papel
Hoje, com um vídeo promocional dos excelentes Mandrágora!

som Ouvir alguns sons de Mandrágora.

vídeo Ver outros vídeos de Mandrágora.

tipo Folk
sítio www.mandragora.com.pt

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