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Old Yellow Jack e “Cut Corners”, faixa a faixa

Por em 20 Nov 2016

cutcorners

Está aí o álbum de estreia de Old Yellow Jack, “Cut Corners”; ei-lo, faixa a faixa:

Glimmer
Foi uma das últimas canções do disco a ser composta. Durante umas férias na Ericeira, criámos esta música e mais outra, quase em simultâneo. Ao início ficámos muito contentes com o potencial de ambas, mas no fim a Glimmer acabou por ser single e a outra acabou por não entrar no disco.

Ten Tons
Foi a ideia de música mais antiga a entrar no disco. É talvez a canção com o refrão mais pop, e por isso achámos que fazia sentido para segundo single.

Inner City Sunburns
Esta é a música do Henrique do álbum, como a Luanda no Magnus. Tem a vibe mais solarenga de todas as músicas. As vozes e a letra foram completamente alteradas no estúdio como as da Sailors Cellars Sellers.

Cut Corners
Esta é daquelas músicas que mais nos marca no disco. Talvez porque foi das primeiras a surgir, ou talvez porque já a tocamos ao vivo há mais de um ano. O que é certo é que é uma canção que, por estar connosco há tanto tempo mas ainda não a termos partilhado com ninguém, significa algo de diferente. E é uma das que estamos mais entusiasmados por partilhar com o público.

Svenn
Este interlúdio instrumental é composto por dois segmentos com vibes e histórias muito diferentes. O primeiro, mais dark, foi das primeiras coisas que compusemos para o álbum, em início de 2015. Começou como uma jam que tocávamos ao vivo na altura. A segunda parte, mais feliz, é do verão do mesmo ano, mas a sua versão final só foi definida às portas do estúdio. Além disso, o Nuno Roque pôs uns delays meios dub para desorientar a malta.

Jingle Jangle
Já a tocámos muito ao vivo, já a tirámos do set por estarmos fartos, e já a voltámos a incluir. Já foi para nós um single claríssimo, e já perdeu esse estatuto. Assim como “Cut Corners”, é daquelas que está connosco há mais tempo, e as nossas perspetivas sobre a canção já foram mais que muitas.

Sailors Cellars Sellers
Título engraçado. De entre estas três palavras, nem o próprio Guilherme sabe qual delas canta no refrão. E assim ficará. O refrão e todas as harmonias foram inventadas no estúdio com uma guitarra acústica e ajuda do Diogo Rodrigues (da Cuca Monga, que gravou grande parte das vozes do álbum)

Beat Life
A melhor maneira de acabar o disco. Só tocámos esta música ao vivo provavelmente uma vez, e foi há mais de um ano atrás. Também é uma canção antiga, mas que não costumávamos tocar habitualmente. Vamos apenas dizer que alguém vai ter de passar algum tempo a reaprender o solo completo do fim da música.

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Rui Dinis
Portugal

Rui Dinis é um bi-pai 'alentejano' nascido em Lisboa no ano de 1970, dedicado desde Janeiro de 2004 à divulgação da música e dos músicos portugueses.

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Por decisão pessoal, o autor deste blogue não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico.