Maio, 2009

100 PALAVRAS & MAIS ALGUMAS|Um ano depois…

Maio 31st, 2009 | versão papel versão papel

Há um ano atrás comemorava por aqui um grande dia; um luminoso dia; um dia cheio de vida. Falava numa vida cheia de música. Exactamente um ano depois, confirma-se a luz, a vida e a música. Para adormecer,  para comer ou simplesmente para brincar, a música foi fazendo parte do dia-a-dia dessa nova vida. Feitas as contas, de cabeça, aqui fica o estranho top 5 de um primeiro ano hoje terminado. Um ano de uma vida espantosamente diferente:

01 “Canção ao Lado” – Deolinda – o mais ouvido, de longe…
02 “Obra Infantil Completa de José Barata Moura” – José Barata Moura – incontornável, principalmente na hora de comer e brincar.
03 “O Melhor de António Variações” – António Variações – muito rodou – e roda; também para dormir.
04 “Canções de Embalar” – Vários Artistas – o mais rodado nos primeiros meses.
05 “Melech Mechaya” – Melech Mechaya – estranhamente para embalar.

Não perguntem porquê; foi assim. E por hoje chega.

capa de canção ao lado
“Canção ao Lado” – Deolinda (iPlay, 2008)

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SHOTS|”Kronos” – Cristina Branco

Maio 30th, 2009 | versão papel versão papel

Com a presença de quem canta o que for preciso, mais fado, menos fado, “Kronos” é mais um disco luminoso de Cristina Branco. Não só porque a portentosa voz  de Cristina Branco faz o que faz, mas porque é a expressão de um Portugal musical, um Portugal cultural, tal a quantidade e qualidade dos músicos e poetas que com ela embarcaram nesta epopeia. Uma artista em reinvenção. Suave  reinvenção.
Porque o tempo não pára, aconselha-se vivamente…

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capa de Fado que te amo
“Kronos” – Cristina Branco (Universal, Emarcy, 2009)

género: fado
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SENSAÇÕES|Ninfo em 5 Sentidos + 1

Maio 30th, 2009 | versão papel versão papel
Com um EP editado em 2007, os lisboetas Ninfo falam-nos dos sentidos da sua música:

O que se vê na música dos Ninfo?
Algo que apenas o coração de cada um, poderá dizer…

Que sabor tem a música dos Ninfo?
Torradas com queijo derretido por cima…

Que som tem a música dos Ninfo?
O bater do coração, naquele 1º beijo…

O que se sente quando se toca na música dos Ninfo?
Arrepios orgásmicos…

Que aroma tem a música dos Ninfo?
Cheira a cordas ferrugentas, com pitadas de canela…

O que se intui da música dos Ninfo?
Que nada será como dantes, e que o dantes poderia não ser bem assim…
O coração olha pela alma, se deixarmos que seja o sentimento a guiar estrada fora…

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foto de ninfo

::Ano de Nascimento: 2002;

::Localidade: Lisboa;

::Discografia:
- EP “Oblongata” (2007);

::Composição:
- Rúben Real (guitarra e voz); João Florim (guitarra); Tiago Narciso (bateria); Ricardo M (baixo).

género: rock

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NAS BANCAS|Blitz, Arte Sonora e Jazz.pt

Maio 30th, 2009 | versão papel versão papel

Blitz, Arte Sonora e Jazz.pt têm novos números nas bancas!
A revista Blitz dá destaque a Tereza Salgueiro, X-Wife e JP Simões. A Arte Sonora, por sua vez, destaca principalmente Blasted Mechanism (capa) e RAMP. E por fim, a Jazz.pt destaca Zé Eduardo (capa), José Pedro Coelho e José Lencastre.
Outras novidades estão no quiosque d’a trompa!

capas de revistas

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LIVE|”Cara ou Coroa” – Adriana

Maio 30th, 2009 | versão papel versão papel

Adriana ao vivo em “Cara ou Coroa”, tema do homónimo álbum de estreia de 2009 (Universal).

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género: pop
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CHAPA 7|”Amorexia” – Pó d’Escrer

Maio 29th, 2009 | versão papel versão papel

Com uma história iniciada há já 17 anos, os Pó d’Escrer têm um novo disco. É o terceiro álbum de originais da banda de Odivelas. Chegou a altura de aplicarmos a ‘chapa 7′ a “Amorexia”:

1. Numa frase apenas, como caracterizam o álbum “Amorexia”?
Amorexia é um álbum de canções fortes, despretensiosas e de uma honestidade crua.

2. O vosso anterior registo, o homónimo “Pó d’Escrer”, é já datado de 2004. Em relação a esse disco, sentem que “Amorexia” é de alguma forma um disco de ‘viragem’ ou um disco de ‘continuidade’? Que principais diferenças encontram?
É um disco de continuidade… mas não apenas em relação ao “Pó d’Escrer”.
É um disco onde damos seguimento ao que de melhor evidenciámos no “Resiste” e no “Pó d’Escrer”. “Amorexia” tem o melhor de cada um destes discos e por isso é até ao momento o nosso melhor e mais personalizado trabalho.

3. O disco foi gravado nos JAP Estúdios, com produção de António Côrte-Real. Como decorreram as gravações? Qual o peso do trabalho do produtor no resultado final?
As gravações não decorreram tão depressa como gostaríamos. Os takes foram feitos com competência e rapidez, mas a disponibilidade do estúdio e produtor não permitiram um trabalho tão célere como gostaríamos. De qualquer das formas o produto final deixou-nos mesmo muito satisfeitos.
O produtor teve uma importância maior na fase de pré produção, que antecedeu o estúdio, uma vez que a opinião de terceiros poupa-nos a inevitáveis e desgastantes discussões aquando do processo de criação e selecção. Aprendemo-lo durante a composição do segundo disco, cuja produção esteve a nosso cargo com a inestimável ajuda do Paulo Trindade. De um modo geral temos aprendido muito com todas as pessoas com quem nos temos cruzado e porque já temos quase dezassete anos de banda é natural que as aprendizagens mais significativas tenham sido as primeiras… Nomeadamente aquando da gravação do primeiro disco, em 1998, com o Marsten Bailey.

4. Que sensações esperam que as pessoas retirem da audição de “Amorexia”?
Esperamos antes de mais que este disco seja uma muito agradável surpresa. Que se identifiquem e emocionem com a sinceridade das palavras que escutam e que se deixem contagiar pelas melodias.

5. Se tivessem que escolher a faixa que melhor encarna o espírito do novo disco, qual escolheriam? Porquê, mais sucintamente?
Felizmente a escolha dos singles para este disco não tem sido nada consensual pois muitas são as músicas da nossa preferência. Mas não podendo escolher mais do que uma, talvez escolhamos a “Ode ao amor”.
Uma grande música de rock que define o Amor da única forma possível… indefinindo-o.

6. O que podem esperar as pessoas que vos forem ver ao vivo?
Podem esperar um concerto surpreendente pela competência e pela eficácia destas músicas ao vivo. Para isso contribuiu muito o facto destas músicas terem sido testadas ao vivo em pequenos palcos antes da gravação deste disco. Os Pó d’Escrer são indiscutivelmente uma banda de palco e é esse o segredo da nossa longevidade.

7. Como vai ser o futuro próximo dos Pó d’Escrer?
No futuro próximo esperamos levar este espectáculo de norte a sul do país através de uma mini tour que está a ser preparada. Quem estiver interessado em associar-se a este evento queira contactar-nos.

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capa de amorexia
“Amorexia” – Pó d’Escrer (Edição de Autor, 2009)

género: pop-rock
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NOVOS SONS|Kaja Bucalho

Maio 29th, 2009 | versão papel versão papel

O estranho caso de Kaja Bucalho. Grupo formado por João Rodrigues (guitarra eléctrica, bandolim eléctrico, voz, percussão e búzios), Sandro Esperança (bateria, voz, percussão e búzios), João Califórnia (teclados) e Tiago Carvalho (percussão, voz e búzios), os Kaja Bucalho chamam a atenção pela originalidade da sua abordagem musical; pelos instrumentos originais que utilizam (buzieiro, chocalheiro, são ronqueiro e adufeiro); pelo resultado final propriamente dito. Não sendo fácil caracterizar o som do grupo da Trafaria, sabe-se que o ponto de partida é a música tradicional, cruzando-se esta com a modernidade do rock e de outras sonoridades mais actuais. Facilitando, falemos de um fusão resultante de uma intrépida vontade de experimentar.
Uma ideia já com quatro anos a necessitar de ser explorada. Urgentemente.

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foto de Kaja Bucalho
// Kaja Bucalho (foto)

género: tradicional

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VIDEOCLIP|”One by One” – Inside Four Walls

Maio 29th, 2009 | versão papel versão papel

Chama-se “One by One” e é o tema do novo videoclip dos Inside Four Walls. O grupo continua a disponibilizar gratuitamente o seu homónimo álbum de estreia, editado em 2007 pela Wild Netlabel.

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género: metal
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OLHARES|”Aurora Core” – CineMuerte

Maio 28th, 2009 | versão papel versão papel

Emoção; melodia; intensidade.
Tenderia a caracterizar o último álbum dos CineMuerte com estas três palavras apenas. Tenderia. Sucessor de “Born From Ashes (Raging Planet, 2006), o último álbum dos CineMuerte confirma a dupla lisboeta como uma das  boas certezas do actual meio musical luso. Com ideias mais claras e uma sonoridade mais orgânica, o resultado final transporta os CineMuerte para um registo mais eléctrico. Para tal terá contribuído sem dúvida a presença de Pedro Cardoso (F.E.V.E.R) na bateria e Ricardo Amorim (Moonspell) na guitarra; excelentes na interpretação do pensado por Sophia Vieira (voz) e João Vaz (baixo e teclados). “Aurora Core” é um disco consistente, de um equilíbrio estético absolutamente revelador. Sem grandes pontos fracos a destacar, o disco corre com coerência sobre um cruzamento de rock, metal e gótico. Interessante a voz de Sophia em toda a emoção e intensidade depositada no disco; fundamental todo o trabalho de composição de João Vaz; a melodia. É um disco absorvente, com nove temas marcados pela voz enfeitiçante Sophia e pelos arranjos pesadamente adocicados de João Vaz; electricamente vibrantes. Denso na sua estrutura, a sua audição revela-se de uma doçura desconcertante.
Negra melancolia; forte paixão. Bom disco.

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capa de Aurora Core
“Aurora Core” – CineMuerte (Raging Planet, 2009)

01 A Tapper Light
02 Up For A Fight
03 Air
04 I Am A Fool But I Love You
05 The Night Of Every Day
06 Slightly Mad
07 The House Of The Past
08 Dave
09 The Call

género: rock
sítio sítio sítio

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BREVES|The Legendary Tigerman adia “Femina”

Maio 28th, 2009 | versão papel versão papel

“Femina”, o novo álbum de The Legendary Tigerman, já só sai no próximo dia 14 de Setembro – estava previsto para o final de Maio. Tudo porque aos nomes de Asia Argento, Peaches, Lisa Kekaula (BellRays), Becky Lee, Phoebe Killdeer, Rita Redshoes, Claúdia Efe (Micro Audio Waves), Maria de Medeiros, Mafalda Nascimento e o Cais do Sodré Cabaret, Paulo Furtado vai ainda juntar os da francesa Brigitte Fontaine e da brasileira Cibelle.
Entretanto, será editado pela Rastilho Records um single em vinil com o tema de avanço de “Femina”, “Life ain’t enough for you” de seu título. No lado B estará o tema “Il mio stomacco é il piu violento de tutta Italia”; ambos com a cantora, actriz e realizadora italiana Asia Argento.

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foto de Legendary Tigerman
// Foto de JB Mondino

género: blues-rock
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VIDEOCLIP|”Final Stroke” – Gomo

Maio 28th, 2009 | versão papel versão papel

É o videoclip para o tema de avanço do novíssimo álbum de Gomo, “Nosy” (EMI, 2009).”Final Stroke” é o single.

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género: pop-rock
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DESTAQUE|Rasta Fest – Festival Ambiental

Maio 28th, 2009 | versão papel versão papel

O Rasta Fest está de volta! Vai ser nos dias 19 e 20 de Junho, em Beja.
Do cartaz constam diversos nomes nacionais: dia 19 com DJ Bé (Lisabon by Bus) & Guests, Sistema Sonoro FAZUMA e Tender Sound feat. Asher G. and Mister Beejay; dia 20 com Arsha, Freddy Locks and the Groove Missions e Bob Figurante. É o regresso do festival ambiental bejense. No Parque de Merendas de Beja, às 20h.
O Rasta Fest é organizado pela Arruaça – Associação Juvenil.

cartaz Rasta Fest
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CHAPA 7|”Assobio” – Assobio

Maio 27th, 2009 | versão papel versão papel

Depois de Chuchurumel, a nova aventura de César Prata responde apenas por Assobio. O disco responde pelo mesmo nome. Eis o ‘chapa 7′ de César Prata; “Assobio” é o motivo:

1. Se te pedisse que caracterizasses numa frase o álbum “Assobio”, o que dirias?
É um disco de música portuguesa, feito por portugueses. A sonoridade de Assobio resulta da utilização de instrumentos tradicionais e da mistura da tradição musical portuguesa com objectos sonoros e programações de computador. A ideia é dar à tradição uma linguagem dos nossos tempos, pois considero que a repetição pura e simples mata a tradição e retira-lhe sentido nos nossos tempos. Há ainda uma voz que imprime originalidade ao som de Assobio e um trabalho gráfico que me agrada bastante.

2. Num primeiro olhar parecem ser vários os pontos de contacto entre os Assobio e os Chuchurumel, o teu anterior projecto. Sentes que “Assobio” é apenas um disco de ‘continuidade’, ou há algum tipo de ‘viragem’? Que diferenças encontras?
Naturalmente que Assobio continua Chuchurumel, na medida em que continua o meu projecto de trabalho musical com a tradição. Todavia, considero que Assobio tem uma sonoridade mais sólida, mais madura e mais definida. Esta unidade resultará do facto dos arranjos terem sido feitos exclusivamente por mim e de também ter tocado todos os instrumentos. Assobio abre ainda outros caminhos que Chuchurumel nunca tinha trilhado: a abordagem de um tema medieval, de um tema em castelhano, de material proveniente do património oral mas que não tem (na origem) a forma de canção (Oração para tirar o sol) e a gravação de um original (Assobio).

3. Como foi feita a escolha do repertório para o “Assobio”? A voz de Vanda Rodrigues apareceu antes ou depois?
A escolha do repertório foi feita por mim. A voz da Vanda apareceu antes e fomos trocando impressões acerca do que queríamos. A escolha de algum repertório teve precisamente a ver com a voz que iria cantar aquelas canções. Em Assobio a voz é um elemento importante, não sendo mais um instrumento. Assume-se, antes, como um instrumento essencialmente diferente. As opções que segui nas misturas têm a ver precisamente com isso.

4. Que tipo de sensações esperas que as pessoas sintam ao ouvir o teu novo disco?
Ao nível sensorial espero que se concentrem no universo sonoro criado para cada canção e que consigam fazer um pequeno filme para cada uma delas. Ao nível conceptual espero que apreciem a abordagem musical que é feita e uma música de raiz que vai para lá dos ferrinhos e do bombo.

5. Se tivesses que escolher a faixa que melhor encarna o espírito do novo disco, qual escolherias? Porquê, mais sucintamente?
Pergunta difícil… Talvez… “Oração para tirar o sol”. A letra é uma oração popular do Alentejo e a música é um original; é feita com vozes (uma delas processada), programações e um fole. A utilização de objectos sonoros é algo que me interessa muito e está bem patente neste tema.

6. O que podem esperar as pessoas que forem ver os Assobio ao vivo?

Assobio tem uma cenografia simples, mas muito bonita, com vários elementos suspensos (entre os quais uma bicicleta que pedala sozinha). Nos locais onde houver condições técnicas para a montar apresentaremos essa mesma cenografia. As pessoas verão uma cantora e um músico. Um espectáculo de música portuguesa, tranquilo mas muito denso, no qual mostramos todo o disco.

7. Como vai ser o futuro próximo dos Assobio?
Assobio é um nome novo. É nossa preocupação divulgar esse nome, mostrar a nossa música e esperar a receptividade do público. Nos tempos mais próximos teremos duas apresentações importantes: uma no “Viva a Música” de Armando Carvalhêda (Antena 1, dia 4 de Junho) e outra no Festival de Músicas do Mundo de Sines (23 de Julho). Pelo meio vamos fazer showcases em FNACs e mais um ou outro concerto.

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capa de Assobio
“Assobio” – Assobio (Teatro Municipal da Guarda, 2009)

género: tradicional
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NETLABELS|”Orquestra Popular de Paio Pires” – Orquestra Popular de Paio Pires

Maio 27th, 2009 | versão papel versão papel

Depois de noticiada há dias a edição de Subterminal por esta mesma netlabel, chega agora a vez da incontornável Orquestra Popular de Paio Pires. Com um título homónimo, esta é uma das últimas edições da netlabel moscovita Clinical Archives. São os sons que se vão ouvindo pela Aldeia de Paio Pires…
…12 faixas totalmente grátis!

grátis

capa de Orquestra Popular De Paio Pires
“Orquestra Popular de Paio Pires” – Orquestra Popular de Paio Pires (Clinical Archives, 2009)

género: alternativo
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NOVIDADES|”CrowcifiX” – Desire

Maio 27th, 2009 | versão papel versão papel

Os Desire estão de regresso…
Editado no passado dia 6 de Abril, o novo registo da banda lisboeta conta com uma edição em CD e outra em vinil. São apenas três temas aqueles que a banda de Tear (voz), Mist (guitarra), Raiden (guitarra), Ashes (teclados) e Flame  (bateria) registou em “CrowcifiX”. Só mesmo para lembrar que os Desire andam por aí.
O grupo vai estar ao vivo no próximo dia 5 de Junho no Transmission Bar (Cais do Sodré) – com Decayed e The Spektrum.

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capa de CrowcifiX
“CrowcifiX” – Desire (Edição de Autor, 2009)

género: metal
sítio e-mail

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AO VIVO|The Rising Sun Experience no Maxime

Maio 27th, 2009 | versão papel versão papel

Depois do disco, “Under The Same Sun” (Sonic Infusion Records, Edição de Autor, 2009), o concerto.  É o espectáculo que os The Rising Sun Experience deram no Maxime no passado dia 14 de Maio.

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género: psicadélico
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DESTAQUE|Festival Silêncio!

Maio 27th, 2009 | versão papel versão papel

De 18 a 27 de Junho, Lisboa vai ser a capital da palavra. É o Festival Silêncio.
O Festival Silêncio é um evento internacional sobre a palavra dita, nas suas mais variadas expressões; um evento sobre as novas tendências do género. Pelos palcos da capital da palavra vão passar nomes como Rodrigo Leão, José Luís Peixoto, Olivier Rolin, Adolfo Luxúria Canibal, Rogério Samora, JP Simões, Francisco José Viegas, Sam the Kid, Jorge Silva Melo, DJ Ride, Filipe Vargas, John Banzai, Mark-Uwe Kling, Maria João Seixas, Alex Beaupain e Wordsong, entre muitos outros.
O Festival Silêncio! é um evento organizado pela 101 Noites, pelo MusicBox, pelo Goethe-Institut Portugal e pelo Instituto Franco-Português.

cartaz Festival Silêncio!
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NOVIDADES|”Abstract Mechanics” – João Lucas

Maio 26th, 2009 | versão papel versão papel

É a última edição da Creative Sources…
Chama-se “Abstract Mechanics” e é a banda sonora original que o pianista João Lucas compôs para o espectáculo de dança “Era uma coisa mesmo muito abstracta” – coreografado e protagonizado a solo por Andresa Soares. O espectáculo estará em cena no Instituto Franco-Português, dias 4, 5 e 6 de Junho, sempre às 21h30. No disco, juntamente com João Lucas estão Miguel Mira (violoncelo) e Thiago Lucas (voz).
Atendendo ao que se conhece do autor, à sua vasta experiência neste tipo de trabalhos, só se pode esperar um grande disco.

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capa de Abstract Mechanics
“Abstract Mechanics” – João Lucas (Creative Sources, 2009)

género: acústico
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NETLABELS|”7B5 17050255″ – Dyman

Maio 26th, 2009 | versão papel versão papel

É a mais recente das edições Enough Records.
Depois de “Planner“, lançado em Janeiro de 2009 pela netlabel Abutre, Dyman está de regresso com um novo registo. São novas experiências electrónicas do jovem produtor de Ermesinde.
Tudo livre.

grátis


“7B5 17050255″ – Dyman (Enough Records, 2009)

género: electrónica
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BREVES|Carminho apresenta “Fado”

Maio 26th, 2009 | versão papel versão papel

Hoje, na Fábrica Braço de Prata (Lisboa), às 18h30.
O disco só sai no dia 1 de Junho mas Carminho, a jovem fadista vencedora do prémio Amália Revelação 2006, apresenta já hoje o seu esperado disco de estreia. O álbum chama-se simplesmente “Fado” e é composto por 14 fados, dois deles com letra da própria Carminho. Produzido por Diogo Clemente, “Fado” conta ainda com a presença de músicos como Ricardo Rocha, José Manuel Neto, Bernardo Couto e Ângelo Freire, todos na guitarra portuguesa, e o viola-baixo Marino de Freitas. O contrabaixista Carlos Barretto tem uma participação especial no tema “Espelho Quebrado”.
Hoje, há fado!

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capa de Fado
“Fado” – Carminho (EMI, 2009)

género: fado

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