Janeiro, 2008

EM DIRECTO|Com Urban Tales

Janeiro 31st, 2008 | versão papel versão papel

Ainda com o recente e excelente “Diary of a No” como motivo, os Urban Tales responderam a algumas perguntas d’a trompa:

a_trompa: Quem são os Urban Tales? de onde vêm e para onde vão?
Marcos – Os Urban Tales são um grupo de pessoas que se quer fazer ouvir pela música. Desta maneira contar histórias e transmitir uma mensagem.
Tiago (para onde vão) – Os Urban Tales irão sempre para e até onde nos deixarem ir. Temos como objectivo chegar a todos, passar a nossa mensagem, os nossos sentimentos, as nossas canções.

a_trompa: Numa frase apenas, como caracterizam o som da banda?
Tiago – Sentimentalmente pesado e melódico ao mesmo tempo…
Jota – Intenso, envolvente, poderoso.
Marcos – Não consigo, sinceramente não. Eu pessoalmente criei uma denominação estranha – Rock Metal depressivo…Ou será que já inventaram isto também??? Bem ao fim e ao cabo, já tudo foi inventado por isso, é só mais um nome. Mas a música dos Urban Tales não é para pessoas que se encontrem num estado de espírito bom…Feliz…São demasiado depressivas para isso.

a_trompa: A vossa maqueta de 2006 foi recebida de uma forma bastante positiva; foi para vocês uma surpresa tal nível de aceitação?
Marcos – Foi surpresa ver que pessoas tão grandes no meio da música a nível internacional tenham tomado atenção aos Urban Tales e de forma muito positiva. Agora, achava, senão tinha a certeza, que a demo era algo de bom e que podia dar frutos. Confiava plenamente naquelas músicas, assim como sempre, mas sempre confiei nas novas que iriam para o álbum… A prova agora está diante de todos…

a_trompa: Mais recentemente, têm recebido críticas extremamente positivas ao novo álbum “Diary of a No”; que principais razões encontram para tal resposta?
Marcos – A única razão e se calhar, a mais importante, é o facto das músicas serem boas. Sem isso, podes enganar muita gente, mas não público. O nosso álbum está a vender bastante bem e mais que isso a critica está certa de que é um dos trabalhos de 2007 com maior valor… Podíamos ter umas carinhas bonitas, mas se as músicas não fossem boas, o álbum não estaria a ter a força que tem na Europa e mesmo em Portugal onde cada vez mais o nosso leque de fãs cresce.
Jota – Em relação à maquete, o que mais surpreendeu foi a amplitude obtida, o facto de ter chegado a tanta gente com níveis de aceitação tão positivos! Relativamente ao álbum, as críticas positivas são o coroar de longos e árduos meses de trabalho, a limar todas as arestas possíveis e imaginárias a todos os níveis..acreditamos a 150% naquele conjunto de temas e é muito bom ver que o público e a critica reconhecem valor ao nosso trabalho! É extremamente gratificante! Estamos felizes:)
Tiago – Sinceramente o álbum fala por si só. É um trabalho extremamente bem conseguido a todos os níveis, musicalmente, esteticamente, ao nível da produção e até da embalagem e conteúdos oferecidos (DVD). O desafio aqui é mesmo conseguir dá-lo a conhecer a toda a gente. Assim que chega às pessoas, o resto acontece naturalmente.

a_trompa: O que esperam que as pessoas retirem da audição do álbum “Diary of a No”?
Marcos – Que se vejam em algumas histórias. Que tirem partido do que lhes é contado em cada música e que saibam que por mais baixo que um dia possamos estar, há que acreditar pois tudo dá uma volta incrível. Para muitos eu sou a prova disso. Mais que tudo, este álbum, apesar de negro e com uma carga dramática enorme, é um trabalho que pretende reflectir esperança.
Tiago- Prazer, acima de tudo que sintam prazer em ouvir algo que foi feito como muita dedicação e muito empenho, algo que contem um pouco de cada um de nós e que reflecte uma realidade, um dia a dia muitas vezes semelhante ao das pessoas que nos ouvem e que connosco se identificam.

a_trompa: Para quem não vos conhece, que sensações se podem esperar dos concertos de Urban Tales?
Marcos – Os concertos da banda têm de ser (se nos deixarem), o culminar de quem ouviu o álbum. Quero, e digo-o com toda a franqueza, que quem um dia vá a um concerto dos Urban Tales saia do mesmo com algo mais. E se pagaram para isso, mais responsabilidades a banda sente nisso. Os nossos concertos tendem a ser algo onde o sentimento e o ambiente intimista são dominantes. Pelo menos espero que esta seja a meta a alcançar, uma coisa tenho a certeza, quem já viu os UT ao vivo sabe que a banda procura algo mais… Não somos os Pink Floyd (infelizmente), mas com os nossos meios lá tentamos surpreender os espectadores.
Jota – Somos ambiciosos…tentamos, sempre que possível, aliar uma componente cénica à nossa música..é uma questão de estimulo sensorial, despertar os sentidos, oferecer algo mais aos fãs…para alem disso gostamos muito de tocar ao vivo, de rockar, entrar em comunhão com pessoal que gosta da nossa música e nos vai ver…junta as duas coisas e multiplica por 10…temos ai um concerto de Urban Tales!Mas mesmo assim acho que estas palavras não descrevem totalmente o que quero dizer…o melhor é mesmo ver para crer…:)

a_trompa: Portugal é um país pequeno para um projecto como os Urban Tales?
Tiago – Portugal é o que é, é o nosso “cantinho” e isso diz tudo. Fizemos questão de editar o álbum no nosso país, contra ventos e tempestades que foram surgindo. Por estranho que pareça, é muito mais fácil lançar o álbum no MUNDO INTEIRO do que em Portugal. De resto penso que o público Português é-nos favorável, são fiéis e dedicados, ainda que em números pouco expressivos quando comparados com países como os do Norte da Europa onde o nosso tipo de som já tem um trajecto de décadas marcado, e conta por isso com um público mais numeroso.
Marcos – Não, e a Legião que se mostra a apoiar a banda é cada vez mais sinónimo disso. Acredito que Portugal possa ser o primeiro ponto de partida para irmos mais além… Se calhar é mais difícil, porque em vez de nos abrirem portas certas pessoas fecham-nas em prol do que vem de fora. Mas disso já estamos calejados e sabemos que é uma das metas a vencer e do qual, na minha opinião estamos a passar bem por cima.
Jota – Como todas as bandas temos sonhos e objectivos pelos quais lutamos, e não vamos negar que a “internacionalização” é um deles…De forma muito sincera e sem falsos moralismos, espero que Portugal seja um pais pequeno para os Urban Tales…queremos chegar a um sem número de pessoas e de culturas…isso implica reconhecer que o nosso país é apenas uma pequena porção dessa montra global na qual gostávamos de colocar a nossa música.

a_trompa: O que podemos esperar dos Urban Tales nos próximos tempos?
Tiago – Neste momento interessa-nos promover este nosso diário (diary of a no) e levá-lo ao maior número pessoas possível. Queremos crescer como banda, queremos afirmar-nos junto dos melhores e trabalhamos todos os dias para que o “diary of a no” seja apenas o primeiro de uma carreira.
Jota – Promoção!!!Do disco, “Diary of a no”, dos singles (“Farewell”, a passar nas rádios e tv)…!AH e muitos concertos, sem sombra de dúvida..Venham ver-nos ao vivo, vai valer apena…Ride on:)!
Marcos – Tudo isso e um novo álbum mais pesado e mais dramático…

som Urban Tales.

foto de Urban Tales
tipo Metal
sítio www.theurbantales.com

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CUSTO ZERO|Demo – Esteban Device

Janeiro 31st, 2008 | versão papel versão papel

Na habitual deambulação nocturna, despertado por um dos outros posts de hoje, parei ontem nos Esteban Device. Visto que foi o seu MySpace, a banda afirma: “vindos de diferentes áreas e histórias de vida, encontramos na música o modo de nos exprimirmos e transmitir sentimentos, pensamentos, imagens, palavras, sons, ambientes, ideias… Materializamos os sons que sempre nos preencheram e gritavam para sair…“. E sairam; depois de ouvido o que têm no MySpace. Formados em 2006, os Esteban Device, banda de Eduardo Ulrich (voz e guitarra), Paulo Diogo (guitarra e voz), André Góis (guitarra e teclados), Nuno Cabecinha (baixo) e Jorge Trigo (bateria), são uma banda de ambientes; de um rock alternativo ávido de colorir a realidade com outras cores; de um rock de espírito indie à procura do seu caminho. Siga…
Entretanto e para gáudio da comunidade, os Esteban Devide colocaram a sua maqueta de 2007 para download gratuito.

Demo – Esteban Device.


tipo Alternativo/Indie
sítio www.estebandevice.com
sítio www.myspace.com/estebandevice

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NETLABELS|”Drunk Violins” – ROM

Janeiro 31st, 2008 | versão papel versão papel

Depois da interessante banda sonora criada para a curta metragem “Abyssus Abyssum Invocat“, de Ricardo Tavares, ROM liberta da escuridão uma outra antiguidade – outra, entre as várias prometidas. O tema chama-se “Drunk Violins”, foi criado em 2003 e para a sua produção, para além do próprio ROM (composição, criação e violinos), estiveram ainda envolvidos Ez Ayr (101) e A. Neto (produção e masterização). Mais uma interessante peça da safra de ROM, esta abrilhantada por uns curiosos violinos…bêbados, obviamente…

“Drunk Violins” – ROM


tipo Electrónica
sítio yellowboprecords.com

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BREVES|Ciclo Novas Tendências no Santiago Alquimista

Janeiro 31st, 2008 | versão papel versão papel

É a novidade que se saúda:

O Santiago Alquimista assume, a partir do próximo mês de Fevereiro, a produção de um concerto mensal considerado como o GRUPO DO MÊS PARA O CICLO DAS NOVAS TENDÊNCIAS, chamando a atenção do meio musical e do público em geral para a existência de novos artistas com grande potencialidade. O denominador comum destes grupos é, sem sombra de dúvidas, a criatividade, originalidade e profissionalismo com que se apresentam ao vivo.

Para já, estão marcadas as duas primeiras noites:

- 01 de Fevereiro – sexta – Lost Park + DJ Stigmata (23h)
- 28 de Março – sexta – Esteban Device + Noiserv (23h)

Boa!

Fonte: Press-release Santiago Alquimista


> Lost Park

sítio www.santiagoalquimista.com

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TROMPAQUIZ|#970

Janeiro 31st, 2008 | versão papel versão papel

Atenção, devem responder às duas questões!
Questões:
1. Que disco se encontra nesta imagem com a capa pixelizada? – título e autor(es)
2. Em que ano foi editado o disco em referência?

Sem tags

EM CARTAZ|TV Rural

Janeiro 31st, 2008 | versão papel versão papel

…apresentam o novo disco “Filomena Grita!”; na Fábrica do Braço de Prata, dia 3 de Fevereiro pelas 19h.

som TV Rural


sítio Rock
sítio www.catadupa.org

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AGENDA|Walter Benjamim

Janeiro 31st, 2008 | versão papel versão papel

…em tour, na apresentação do último “The National Crisis”.

som “The National Crisis”

[ D ]
tipo Folk/Indie
sítio www.myspace.com/iamwalterbenjamin
sítio merzbau-label.org

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CONTRA-MÃO|”Baza correr com o Paulo Bento”, por Valete

Janeiro 30th, 2008 | versão papel versão papel

Não sei se ria, se chore – até sei. Admito que num primeiro momento, o meu lado tendencialmente arruaceiro me fez rir, mas depois, num segundo passo, o meu outro lado, mais racional – e prevalecente, fez-me indubitavelmente chorar – e não foi de tanto rir.
Enveredando numa das suas últimas produções, por uma crítica futebolística – feroz, até para um lampião, o rapper Valete tem sido motivo de conversa em alguns círculos mais ou menos futebolísticos. E sim, vamos falar de futebol. Admitindo que o homem até percebe de bola, permitam-me ainda discordar de boa parte da retórica utilizada. Em boa verdade, nem me parece que objectivo seja fazer música. Não me parece; mesmo. Ao seu estilo – admita-se, outra vez, o Valete incisivo, cru e directo, não tem qualquer pejo em pedir – muitas vezes grosseiramente – o despedimento do actual técnico leonino, criticando contratações, opções tácticas e outras coisas mais. Como adepto do futebol, até concordo com a análise técnico-táctica de Valete, como Homem, não me pareceu nada bonita a forma como foram desferidos alguns ataques pessoais à figura de Paulo Bento. Fico sempre com a ideia – às vezes vaga esperança, de que é possível fazer a coisa de uma forma mais interessante; com menos visibilidade, é verdade, mas com muito mais interesse. Impressões.
Genericamente, não gostei; faz rir, por breves momentos, mas depois, torna-se triste, quando se perde em demasiado com ataques pessoais de alguma desmesura. Da política ao futebol, o rap dá aquele pequeno passo. Influências…

P.S.: Os lampiões que se cuidem, se a coisa piora, Valete promete lançar-se sobre Camacho.

som “Baza correr com o Paulo Bento” – Valete.


tipo Rap
sítio www.horizontalrecords.com

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NETLABELS|Phonotactics e Motown Junkie

Janeiro 30th, 2008 | versão papel versão papel

É a mais recente das netlabels nacionais. Chama-se Phonotactics, está sediada em Elvas e não refere preferência por qualquer género musical – mas ela existe. Os projectos interessados em contactar a Phonotactics devem fazê-lo pelo e-mail audio@phonotactics.org.
Do catálogo da jovem netlabel, constam já duas edições; uma primeira, da responsabilidade do projecto Motown Junkie, e uma segunda, da autoria do projecto checo Drama Jacqua.

capa de Para Piratear

Chama-se “More” e é a mais recente edição de Motown Junkie, projecto de Ed The Sampler. Depois de lançar, já no fim de 2007, pela Test Tube, o álbum “Plagiarism Perversions”, Ed The Sampler regressa em 2008 com novo registo, embrenhado no seu mundo mágico do sampling. Com o habitual labor e requinte, este novo EP de apenas três temas, vive cheio de ritmo e um grande feeling. Vale a viagem; e não paga bilhete.

“More” – Motown Junkie.

capa de More
“More” – Motown Junkie (Phonotactics, 2008)

sítio www.phonotactics.org

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NOVIDADES|”Eu Não das Palavras Troco a Ordem” – Nerve

Janeiro 30th, 2008 | versão papel versão papel

Mais uma boa surpresa made in Matarroa. Uma excelente surpresa; de Abrantes para o mundo.
Ele é Nerve e o disco, é um estranho “Eu Não das Palavras Troco a Ordem” – é mesmo assim. Depois de uma ano de 2006 preenchido pelo lançamento do EP “Promoção Barata” e pela participação na compilação da Matarroa, “Bota Sentido”, Nerve regressa em 2008 com um álbum que é uma verdadeira surpresa. Não é só a lírica que sobressai, é especialmente o som experimental que acompanha as suas rimas. Como se lê no texto de apresentação escrito por Joana Nicolau, “a solidão, a angústia e a loucura levam à mistura de realidade com paranóia que faz de ENPTO um estupefaciente que vicia logo à primeira audição. É contraditório, caótico, é o desespero de um psicopata que se quer reencontrar consigo próprio e redescobrir a sua faceta humana há muito perdida“. É um disco desafiante, diferente, um disco com uma evolução muito interessante ao nível da produção…voltaremos a ele, com mais tempo.
A trompa já ouviu e arrisca; será certamente uma das boas surpresas de 2008.

som Nerve.


“Eu Não das Palavras Troco a Ordem” – Nerve (Matarroa, 2007)

sítio www.myspace.com/nervespace
sítio www.matarroa.com

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DESTAQUE | Movimento UPA: Xutos & Pontapés + Oioai

Janeiro 30th, 2008 | versão papel versão papel

No seguimento do que há dias, por aqui se referiu sobre o movimento UPA, o tema do mês de Janeiro já está disponível para audição. Criado em volta dos conceitos discriminar/integrar, o tema reúne a participação dos Xutos & Pontapés e dos Oioai. Criado com o lema “Levanta-te contra a discriminação das doenças mentais”, o movimento UPA – Unidos para Ajudar faz parte de uma campanha de sensibilização da Encontrar+se – Associação de Apoio às Pessoas com Perturbação Mental Grave.
Depois de ouvido e se pretenderem fazer o download do tema, basta fazer um donativo à Encontrar+se num valor superior a 0 euros.
Sobre os duetos participantes, esta está finalmente fechada a lista; Xana fará dupla com Sérgio Godinho e os Cool Hipnoise e Tiago Bettencourt participarão no mês de Julho, por troca com os Da Weasel.

> Janeiro - Xutos & Pontapés + Oioai (discriminar/integrar)
> Fevereiro - Rodrigo Leão + JP Simões (negar/assumir)
> Março - Camané + Dead Combo (separação/união)
> Abril - GNR + The Gift (medo/compreensão)
> Maio - Sérgio Godinho + Xana (culpa/tolerância)
> Junho - José Mário Branco + Mão Morta (vergonha/aceitação)
> Julho - Cool Hipnoise + Tiago Bettencourt (dependência/autonomia)
> Agosto - Paulo Gonzo + Balla (ofender/respeitar)
> Setembro - Mariza + Boss AC (desespero/esperança)
> Outubro - Jorge Palma + Clã (solidão/fraternidade)

som Xutos & Pontapés + Oioai


sítio www.encontrarse.pt

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VIDEOCLIP|Sinfonias de Aço chega aos 350 videoclips

Janeiro 30th, 2008 | versão papel versão papel

Mais e melhor; o sítio do histórico programa de rádio Sinfonias de Aço, chegou aos 350 videoclips on-line! Como diz o maestro daquela casa, no seu sítio, os videoclips no Sinfonias de Açotêm melhor qualidade de som e imagem, não contêm máscaras, tags ou créditos. Está tudo devidamente aparado e limpo para que vocês vejam apenas o que vos interessa”. Está mesmo.
Fantástica mostra. Parabéns!

imagem sinfonias de aço
sítio www.sinfonias.org

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TROMPAQUIZ|#969

Janeiro 30th, 2008 | versão papel versão papel

Atenção, devem responder às duas questões!

Questões:
1. Que capa de disco se encontra filtrada nesta imagem? – título e autor(es)
2. Como se chama o primeiro álbum do projecto em referência?

Sem tags

EM CARTAZ|Viviane

Janeiro 30th, 2008 | versão papel versão papel

…no Teatro Municipal de Faro; 9 de Fevereiro pelas 21h30.

som Viviane.

cartaz: no Teatro Mun. Faro, 9Fev, 21h30
tipo Pop/Acústico
sítio www.viviane.com.pt

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ANTEVISÃO | “Thus Open Thine Eerie Wings Like An Eagle And Soar The Winds Of Chaos” – In Tha Umbra

Janeiro 29th, 2008 | versão papel versão papel

Temos um novo espaço n’a trompa; chama-se ‘antevisão’ e o objectivo é sentir a pulsação a algumas das novidades previstas para o ano de 2008. Para dar o pontapé de saída, a trompa convidou os algarvios In Tha Umbra a falarem um pouco sobre o seu quarto álbum de originais.

Título: “Thus Open Thine Eerie Wings Like An Eagle And Soar The Winds Of Chaos”
Editora: Agonia Records
Data de Edição: Maio 2008

Thus Open Thine Eerie Wings Like An Eagle And Soar The Winds Of Chaos” é o nome do nosso 4º album de originais a sair em Maio de 2008 pela editora polaca Agonia Records. A vários níveis vemos este trabalho como um salto qualitativo, quer a nível de composição, de método de trabalho, gravação, e mesmo estético. Para quem conhece o nosso som, será fácil identificar estes novos temas como nossos, mas também fácil será notar diferenças. Há também uma vertente mais Rock neste trabalho, embora sejamos assumidamente uma banda de Death Metal. Algumas coisas são das mais extremas que já fizemos, assim como temos também um tema semi-acústico, com vozes limpas. Simplificamos algumas estruturas, mas temos também algumas das malhas de guitarra mais complicadas de tocar que alguma vez fizemos. Em termos de produção, fizemos a captação no estúdio ZipMix, aqui mesmo no Algarve, onde já gravaram, por exemplo, Da Weasel, Toranja e a Viviane, enquanto que a mistura e masterização esteve a cargo do Daniel Cardoso, no Ultrasound Studio em Braga. Estamos satisfeitos com o resultado final, a produção está forte e limpa, todos os instrumentos e pormenores estão definidos.
Para finalizar, gostaria de fazer uma citação a uma opinião de um amigo meu após ouvir algumas coisas do álbum que lhe mostrei, e que penso que pode dar uma ideia mais geral sobre o que está neste álbum – “…se uma banda de prog rock dos anos 70 passasse a tocar metal extremo e fizesse uma gravação nos dias de hoje, era a isto que ia soar…
“.

No MySpace do grupo estão algumas amostras do novo disco.

som In Tha Umbra.


“Thus Open Thine Eerie Wings Like An Eagle And Soar The Winds Of Chaos” – In Tha Umbra (Agonia Records, 2008)

tipo Metal
sítio www.pentagramma.net
sítio www.agoniarecords.com

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DESTAQUE | Projecto AVOL dos Video Jack

Janeiro 29th, 2008 | versão papel versão papel

Palavra código: AVOL; fenomenal!
Os Video Jack são uma dupla composta desde 2004 pelo ilustrador, designer e animador, André Carrilho e pelo programador e músico, Nuno Correia (também impulsionador do projecto CODEN e actualmente a viver em Helsínquia).
O AVOL (Audio-Visual On-Line) é um interessantíssimo projecto audiovisual, da autoria dos Video Jack, onde é possível desenvolver uma experiência integrada e participada de som e imagem, através da interacção de vários objectos virtuais. Como dizem os próprios, “tem como objectivo explorar novas maneiras de distribuir e interagir com a música“. AVOL é uma permanente descoberta, uma experiência fantástica e até divertida onde “o utilizador pode manipular 7 objectos gráficos, que correspondem a 7 tipos de som distintos. Para cada objecto, existem 4 opções de som e imagem. Assim, há 28 diferentes módulos, e inúmeras possibilidades de combinação“. O projecto AVOL resulta de uma encomenda da Direcção Geral das Artes.
Entretanto, a dupla vai estar – também como CODEN – na exposição Optronica – Hybridations Sonores et Visuelles, em Paris (31/1/2008 a 26/7/2008), um evento dedicado à exposição do trabalho de artistas que exploram as novas sinergias entre o som e a imagem.
Experimentem, cliquem em tudo o que puderem clicar.
Obrigatório!

Fonte: Press-realease

e ver: AVOL


sítio www.palcoprincipal.com/perfectsin
sítio www.myspace.com/videojackstudios

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CUSTO ZERO|”Tale From The Native” – Jill

Janeiro 29th, 2008 | versão papel versão papel

Jill está de regresso.
Projecto do catálogo da editora viseense Deep Light Records – dedicada à música electrónica, Jill acaba de disponibilizar, a título gratuito, o seu último registo. Chama-se “Tale From The Native” e tem os seus cinco temas disponíveis para download no MySpace do DJ beirão.
Para uma manhã bem batida!

“Tale From The Native” – Jill.


> Imagem promocional retirada do MySpace do artista.

tipo Electrónica/Dança
sítio www.myspace.com/deepdelightrecords

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BREVES|The Dark Project gravam nova maqueta

Janeiro 29th, 2008 | versão papel versão papel

São novidades dos TDP…
Depois da maqueta apresentada em 2007, de título “Down” e já disponibilizada gratuitamente, os The Dark Project preparam-se para lançar um novo registo durante o mês de Fevereiro. São as novas experiências do electro-rock industrial de L3viathan – voz, samples, guitarra e baixo – e Isi – voz, guitarra e baixo.
Dark, claro!

som The Dark Project.


tipo Industrial/Electro/Rock
sítio palcoprincipal.clix.pt/thedarkproject

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TROMPAQUIZ|#968

Janeiro 29th, 2008 | versão papel versão papel

Atenção, devem responder às duas questões!

Questões:
1. Que disco se encontra nesta imagem com a capa enevoada? – título e autor(es)
2. Em que ano foi lançado o disco em referência?

Sem tags

CLASSIFICADOS|Perfect Sin procuram guitarrista

Janeiro 29th, 2008 | versão papel versão papel

Está tudo no cartaz…

agenda Perfect Sin
som Perfect Sin.

tipo Metal/Grunge
sítio www.palcoprincipal.com/perfectsin

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