Janeiro, 2006

MAQUETA|"Feromona" – Feromona

Janeiro 31st, 2006 | versão papel versão papel

Hoje há Feromona na Trompa!
O trio Feromona (Diego Armés – guitarra e voz, André Armés – bateria e percussões e Bernardo Barata – baixo) nasceu em 2002 em Lisboa e depois de ouvida a sua maqueta de 2005, não restaram dúvidas: é rock português – da linhagem de alguns dos melhores exemplos nacionais que se fazem ou fizeram expressar nesta língua de Camões. Musicalmente simples, os Feromona não apresentam um som de grande complexidade, trazem antes o som natural, sincero e pautado de um trio minimal de guitarra, baixo e bateria, apontado a um pop/rock de inspiração anglo-saxónica mas de expressão bem lusitana. Sem se perder por distorções ou outros floreados, o resultado, numa gravação algo caseira (base instrumental gravada ao vivo durante um ensaio, para quatro pistas, tendo as vozes sido acrescentadas em casa num PC), peca um pouco na componente instrumental; ainda que se perceba um baixo algo irrequieto e uma bateria com algum dinamismo, a guitarra não raras vezes parece algo escondida. Com um leve aroma a Ornatos, as músicas, de melodias simples, surgem ladeadas por letras cuidadas e bem trabalhadas, descortinando-se um trio ainda em progressão, em busca da sua estética e de um maior equilíbrio e segurança. Uma busca que se afigura encaminhada…
É rock, é português…

A maqueta está toda AQUI.


“Feromona” – Feromona (2005/subproduto)

01 Paquiderme magrinho
02 Mustang
03 Vodka
04 Conto infantil

Rock

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NOVIDADES|Underworld #18

Janeiro 31st, 2006 | versão papel versão papel

O melhor do underground ao dispôr de todos; o #18 da Underworld já está rua! – e on-line.
Nesta edição e entre os outros habituais motivos de interesse, podemos encontrar peças de Mécanosphère e If Lucy Fell.
Nos locais do costume…e também on-line em versão *pdf.

www.underworldmag.org

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DESTAQUE|Quinta dos Portugueses ao Vivo em Vinhais

Janeiro 31st, 2006 | versão papel versão papel

A “Quinta dos Portugueses ao Vivo” regressa em 2006 e viaja até Trás-os Montes!
Está marcada para dia 9 de Fevereiro e nela participarão os EzSpecial, os Squeeze Theeze Pleeze, os Boite Zuleika, os Fadomorse, Sir Scratch e os Denário, banda local. O espectáculo começa às 21h00 e ocorrerá no Parque Municipal das Feiras em Vinhais.
Claro, a entrada é livre.

www.rtp.pt/wportal/antena3

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TROMPAQUIZ|#258

Janeiro 31st, 2006 | versão papel versão papel

A foto de hoje…


>> Resposta: Banda

> Foto: João Moura

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AGENDA|Alison Bentley

Janeiro 31st, 2006 | versão papel versão papel

No sítio da banda no MySpace, é possível espreitar dois temas.

Punk
www.ab.web.pt

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SECÇÃO MP3|Dead Sea Israel

Janeiro 30th, 2006 | versão papel versão papel

O projecto Dead Sea Israel é de 2001 (Pedro Bessa – voz, guitarras, loops, programações e percussão, Pedro Jorge – guitarra, voz, Tiago Serodio – guitarra, voz e teclas, Carl Minneman – baixo e contrabaixo e Pedro Madureira – bateria) e editou em 2005 o EP de estreia “The ‘Perfect Song’”.
Navegando pela vasta corrente alternativa – e pela amostra, o som é de um pop-rock melódico, sereno e de uma agradável estética na composição.
Passando pelo sítio da banda, ficámos a saber que no primeiro trimestre de 2006 deverão aparecer as remisturas que o artista Luso-Luxemburguês Sug[r]kane fez para os Dead Sea Israel: “The ‘Perfect Pop Song” e “In through the sun” são as visadas; e que a banda encontra-se neste momento a pré-produzir cerca de 20 temas que serão a base do futuro álbum.

Para fazer download do tema “The ‘Perfect Song’”, clicar AQUI, e apontar à secção “Media”.

Pop/Rock
www.deadseaisrael.net

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NOVIDADES NA LATERAL|Understone e DOPO

Janeiro 30th, 2006 | versão papel versão papel

São duas as novidades no Radio.Blog d’A Trompa.
De um lado, o tema “Everything’s a Fiction” de Understone e do outro, o recente “Distance Again Expands” de DOPO.
Understone é um projecto pessoal de Nebula (MOFO), entre o rock e o metal, iniciado em 2000 e no qual o músico é responsável por toda a composição (guitarra, programação, samples).
DOPO é o nome da nova aposta nacional da netlabel lisboeta Test Tube. Com a edição online de “Last Blues, To Be Read Someday”, DOPO pretende lançar-se numa nova e arrojada abordagem ao universo rock alternativo e experimental luso.
Podem experimentar que não dói..

Outros sons de Understone
Download gratuito de “Last Blues, To Be Read Someday” de DOPO.

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NOVIDADES|"Tudo" – Vitorino

Janeiro 30th, 2006 | versão papel versão papel

Vai estar hoje nas lojas e é a nova edição do cantor alentejano Vitorino. A comemorar 30 anos de músicas, “Tudo” é um disco triplo dividido entre três temas diferentes mas bem interligados: “O Alentejo”, “Lisboa” e o “Amor”.
Eis o alinhamento:

O Alentejo
01 Menina Estás à Janela
02 Ó Rama, ó que linda Rama
03 Sul
04 Alentejanas e Amorosas
05 Tinta Verde
06 Oh Beja, Terrível Beja
07 Ó Patrão dá-me um cigarro
08 Vou-me embora
09 Bárbara Rosinha
10 Indo eu por I abaixo
11 Morra quem não tem amores
12 Eu hei-de amar uma pedra
13 Se fores ao Alentejo/semear salsa ao Reguinho
14 Homens do largo
15 Dá-me cá os braços teus
16 João
17 Adeus oh Serra da Lapa
18 Vou-me embora, vou partir
19 Grândola

Lisboa
01 Leitaria Garrett
02 Nomes do Amor
03 Tragédia da Rua das Gáveas
04 Andando pela vida
05 Negro Fado
06 Marcha Ingénua
07 Bolero do Coronel sensível
08 Tango do marido infiel numa pensão do Beato
09 Fado da prostituta da Rua de Stº António da Glória
10 Flor de Jacarandá
11 Dia de Passeio
12 Cervejaria da Trindade
13 Postal para D. João III
14 Marcha de Alcântara
15 Queda do Império

O Amor
01 Laurinda
02 Litania por um Amor ausente
03 Dama de Copas
04 Tocador de Concertina
05 Fado Alexandrino
06 Fado do Jogador de Bola
07 Poema
08 Ana II
09 Meninas
10 Galope
11 Ausência em Valsa
12 O Dia em que me queiras (El dia en que me quieras)
13 Toda una vida
14 Desde el dia en que te vi
15 Joana Rosa
16 Quem és tu de novo?

Popular Portuguesa
www.pflores.com/vitorino

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TROMPAQUIZ|#257

Janeiro 30th, 2006 | versão papel versão papel

Este boneco deve apenas sugerir o título de um disco e com isso os seus autores.


>> Resposta: Título do disco e Intérpretes

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EM CARTAZ|Digging na Trem Azul Jazz Store

Janeiro 30th, 2006 | versão papel versão papel

Jazz
www.tremazul.com

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CONCERTOS|"Uma Dia a Caixa Vem Abaixo" – 2º Dia

Janeiro 29th, 2006 | versão papel versão papel

Caixa Económica Operária, Lisboa, 28 de Janeiro de 2006 – 2º dia.
“Uma Dia a Caixa Vem Abaixo” continuou bem mas não veio – esteve quase, mas não veio; num segundo dia preenchido por nomes à volta dos quais se tem gerado algum burburinho, a Caixa esteve ontem bem mais composta tendo o público se chegado à frente do palco com outro à vontade. Como é habitual, infelizmente, uma hora depois, a festa lá começou…ontem mais experimentalista, mais sónica do que nunca.

Começo impressionante…CAVEIRA!
O que este trio de Lisboa faz em palco é arrasar com qualquer ideia pré-concebida de rock ou coisa parecida – o que quer que isso seja. Arrasar é pouco – exterminar qualquer ideia ou conceito sobre uma certa forma de fazer música, de tocar, de exprimir, de fazer gemer os instrumentos. Rita Vozone e Pedro Gomes nas guitarras, eléctricas, deslizantes e contorcidas e Joaquim Albergaria na furiosa bateria – abismal, numa linguagem totalmente improvisada, extrema, o trio explode em palco num noise-rock absolutamente impressionante – arrebatador. Arrasador; concerto directo com paragem a meio – só com ida e sem volta…na sala de pânico com CAVEIRA.

Depois, a calmia, com os piques arrebatadores costumeiros…foram os Linda Martini.
Aparentemente com um público já seguidor, os Linda Martini ocuparam ontem o maior espaço da noite, aproveitando inclusive para apresentar algum material novo. Única presença do festival a cantar em português, o quinteto de Queluz não compromeu e brilhou essencialmente na parte dos temas já conhecidos da maqueta de estreia, “Este Mar”, “Lição de Voo nº1″ e “Amor Combate” deram o mote. Com as guitarras na calma/fúria habitual e a bateria em muito bom estilo, os Linda Martini deram um bom concerto, apenas quebrado por alguns excessos no afinar das máquinas entre os temas. No salão de festas com Linda Martini…2006 será o ano!

Por fim e num regresso ao mais experimental da coisa sonora…Loosers.
Vindo da urbanidade mais recôndita, o espectáculo de Loosers é uma nova experiência, musical mas também cénica, sonora mas também teatral. Diferente, sempre irrepetível, estranho modo o de Tiago Miranda, Rui Dâmaso e Zé Miguel fazerem de cada concerto uma forma diferente de êxtase comunitário. Nas três sequências ouvidas, há em todas algo de comemorativo, expansivo, verdadeiramente louco e abstracto, renovando-se em crescendo, para lá de tudo o que se possa conhecer, para lá de uma nova forma de tudo fazer, com tudo ou sem nada, qualquer coisa. Com guitarras ou sem elas, Loosers no laboratório.


Efectivamente, se o futuro do rock passar algum dia aqui por perto, ele esteve por estes dias na Caixa Económica Operária. Esteve, esteve…

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TROMPAQUIZ|#256

Janeiro 29th, 2006 | versão papel versão papel

A pergunta da hoje…


>> Resposta: Artista
> Que músico nacional lançou no início de 2005 o seu segundo CD de originais, “À Bolina” de seu título?

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BREVES|Shikata preparam nova maqueta

Janeiro 29th, 2006 | versão papel versão papel

Entretanto e assim muito rapidamente, ficámos a saber que os vencedores da “Rampa de Lançamento 2005″, concurso organizado pelo Gabinete de Juventude da Câmara Municipal de Sintra, os Shikata, começaram já a gravar a sua segunda maqueta (“Second Draft”) – prémio por vencerem o concurso.
Aguardemos…

Alguns sons de Shikata por AQUI (entre outros) e por AQUI.


> Shikata | Foto: www2.cm-sintra.pt

Metal
www.shikata.tk

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AGENDA|Prince Wadada & Kimbangui Band

Janeiro 29th, 2006 | versão papel versão papel

> 01 de Fevereiro
Fnac Colombo
21h00 – Entrada Livre

> 05 de Fevereiro
Fnac Cascais
17h00 – Entrada Livre

> 11 de Fevereiro
Fnac Chiado
21h00 – Entrada Livre

www.princewadada.com

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CONCERTOS|"Uma Dia a Caixa Vem Abaixo" – 1º Dia

Janeiro 28th, 2006 | versão papel versão papel

Caixa Económica Operária, Lisboa, 27 de Janeiro de 2006.
“Uma Dia a Caixa Vem Abaixo” começou bem mas não veio – abaixo entenda-se; não tanto pela qualidade do espectáculo aí ocorrido – de grande impacto – mas antes pelo número de pessoas que infelizmente não enchia a bela Caixa Económica Operária – algo longe disso; a fumarenta Caixa – diria antes -, ao fim de algum tempo o ar estava quase irrespirável. Sem fôlego, mas preparado para o que se havia de seguir, uma torrente sonora do rock lisboeta mais alternativo – mais instrumental, mais experimental. Sem palavras – ou quase – a noite foi de uma mensagem instrumental levada ao limite, a mensagem dos saltimbancos, qual artista saltando de instrumento em instrumento, a mensagem das duas baterias em palco, a mensagem das guitarras, baixos, teclas e percussões sem fim – a noite do rock. Este é o novo rock que espreita em Lisboa, como a electrónica faz no Oeste, o Indie em Castelo Branco ou o Rock’n'Roll em Coimbra…como diria alguém…”assim vale a pena“!

Que bem que começou…com Lemur.
Entre a experimentação e a contemplação…disse aqui há tempos…sem grandes segredos, o quarteto lisboeta (Vasco Furtado – bateria, João Brandão e João Marques – baixo e guitarra e Pedro Rodrigues – violoncelo e teclas) disparou para um início de festival pujante, sonoro, com aquele rock instrumental feito de calmias e explosões, de momentos de relax e muita tensão. Quase sempre na forma de trio (bateria-guitarra-baixo), os Lemur têm no seu estilo sempre muito coerente, uma razão sonora de exisitr muito pessoal, não fugindo à solução muito própria de um powertrio (na maior parte das vezes) cheio de vontade e capacidade de encher uma sala – de som. A atitude alternativa, a sede de alguma reivenção, faz dos Lemur umas das bandas de rock instrumental mais estimulantes do momentos – uma simplicidade instrumental feita energia pura. Uma descoberta sónica.

Música para os sentidos ou a paixão de ouvir uma outra forma de rock…Ölga.
Com um início intermitente e com a sonoridade mais crua que o palco sempre permite, os Ölga haveriam de embalar – também – para uma prestação interessante, segura, catalizadora na seu todo. Também instrumental, com uma voz sussurante aqui e ali, os Ölga conseguiram com alguma facilidade manter viva uma plateia, que ao mesmo tempo, ia vivendo uma experiência multimédia através da projecção de um vídeo no fundo do palco; no rodopio dos músicos – poucos – pelos vários instrumentos, todo o experimentalismo e improvisação de uma experiência como a dos Ölga veio à tona, criando-se momentos de pura diversão, de alguma elevação, de sensações imagéticas. Sem alguns dos arranjos digitais dos discos, a passagem para o palco do excelente “What Is” foi feita com distinção; esta é uma nova experiência, sensorial e ao contrário dos Lemur, mais expansiva, mais diversificada, sonoramente mais alargada. Uma fantasia sónica.

Para começar ficámos a saber que “Mighty Sounds Pristine”, CD de estreia dos Bypass irá finalmente cair nas estantes…5 de Maio é o dia.
E com isto o festival continuou, agora, com o destilar de toda a urbanidade do pós-rock que sai dos instrumentos destes regressados lisboetas – diria mesmo, um bom regresso; e com toda a intensidade dramática que brota da sua música, tendo mesmo alguns destes momentos, sido os mais furiosos da noite. Juntos desde 1998 e com um EP na discografia muito bem recebido pelo meio, os Bypass, de uma essência instrumental igualmente muito forte – escassas foram as palavras que se ouviram – brindaram-nos com algumas peças de incrível e versátil arranjo assim como de duração (grande “9 a.m.”) – foram momentos de alguma inquietação. Com uma panóplia de instrumentos de percussão incontável – mesmo, a música dos Bypass é também ela uma experiência diferente, fantástica; e confirma-se, em palco os Bypass são intensos, enérgicos, experimentais e em termos musicais, os mais complexos da noite…Uma experiência sónica.

Mais do que um simples festival, “Um Dia a Caixa Vem Abaixo” promete ser uma Mosta (com M grande) do melhor rock alternativo e experimental que se faz hoje em solo nacional.
Pena é que não venha abaixo…

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DESTAQUE|Ciclo de Música Tradicional Portuguesa

Janeiro 28th, 2006 | versão papel versão papel

Música tradicional no Porto…
Ainda uma grande mostra do rock alternativo nacional não terminou e já outra igualmente muito interessante se avizinha, agora com o Ciclo de Música Tradicional Portuguesa. O evento vai ocorrer nos dia 3,4 e 5 de Fevereiro na Sala 2 da Casa da Música do Porto (23h00).
Como facilmente se poderá confirmar, o Ciclo é preenchido por 6 dos mais estimulantes projectos da actualidade na área:

> Alinhamento:
> 03 Fevereiro
- Orquestrinha do Terror
- Mandrágora

> 04 Fevereiro
- Galandum Galandaina
- Frei Fado D’El Rei

> 05 Fevereiro
- Fadomorse
- Mu

Outra vez…imperdível. Mais informação.

www.casadamusica.com

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BREVES|Novidades A Naifa

Janeiro 28th, 2006 | versão papel versão papel

A informação está no blog da banda e reza assim…”O novo disco d’A Naifa sai dia 2 de março, chama-se “3 minutos antes de a maré encher” e é composto por 11 canções originais. Os poemas são de Adília Lopes, Ana Paula Inácio, João Miguel Queiroz, José Luis Peixoto, Nuno Marques, Nuno Moura, Pedro Sena Lino, Rui Lage e Tiago Gomes.” (Fonte: www.anaifa.blogspot.com)
Só nos resta esperar pelas novidades que vêm desta tasca…

www.anaifa.com
www.anaifa.blogspot.com

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TROMPAQUIZ|#255

Janeiro 28th, 2006 | versão papel versão papel

A capa foi tratada digitalmente a fim de serem eliminadas referências ao disco.


>> Resposta: Título do Disco e Intérpretes

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AVISO À NAVEGAÇÃO|XI Festival Música Moderna Corroios’06

Janeiro 28th, 2006 | versão papel versão papel

É só mesmo para lembrar…

festivalmusica.jf-corroios.pt

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SENSAÇÕES|My Cubic Emotion em 5 sentidos

Janeiro 27th, 2006 | versão papel versão papel

Hoje, com os olhos postos nas sensações de My Cubic Emotion…Obrigado.

T: Que cores tem a música dos My Cubic Emotion?
MCE: Preto, Vermelho e Cinzento;

T: Qual o sabor da música dos My Cubic Emotion?
MCE: Adocicado e Amargo;

T: Que sonoridade tem a música dos My Cubic Emotion?
MCE: Emocore;

T: O que se sente quando se toca a música dos My Cubic Emotion?
MCE: Angustia, Emoção e Raiva…

T: Que fragrâncias exalam do som dos My Cubic Emotion?
MCE: Um baunilha com sabor a metal.

::Ano de formação: 2002;

::Localidade: Pombal;

::Composição:
- Nuno (voz), João (guitarra e voz), Jaca (guitarra), B.P (baixo) e João (bateria)

::Discografia:
- Demo “The Phantom Comes Within”

Emo
Sons de My Cubic Emotion no MySpace

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